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	<title>Blog Oficial: famosos, modelos, famosas, VIPs, empresas, etc.Dilma Rousseff</title>
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	<description>Blogs oficiais de famosos, modelos, famosas, atletas, atores, atrizes, cantores, cantoras, marcas famosas, políticos, blogs corporativos e BBB. Conteúdo de blog oficial.</description>
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		<title>Nenhum país é uma ilha</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 13:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Gabeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
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		<description><![CDATA[Nenhum homem é uma ilha, dizia o poeta inglês John Donne, no século 17. No auge da globalização, é razoável afirmar que nenhum país e uma ilha. Quando as coisas apertam o mundo, o Brasil tende a se ilhar, mentalmente. O Brasil é uma ilha de prosperidade, dizia o general Geisel. Tsunami econômico aqui não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7288" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.gabeira.com.br/wordpress/wp-content/uploads/ilustra_ilha_640.jpg"><img class="size-full wp-image-7288" title="ilustra_ilha_640" src="http://www.gabeira.com.br/wordpress/wp-content/uploads/ilustra_ilha_640.jpg" alt="" width="640" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração: Cadu Tavares</p></div>
<p>Nenhum homem é uma ilha, dizia o poeta inglês John Donne, no século 17. No auge da globalização, é razoável afirmar que nenhum país e uma ilha.</p>
<p>Quando as coisas apertam o mundo, o Brasil tende a se ilhar, mentalmente. O Brasil é uma ilha de prosperidade, dizia o general Geisel. Tsunami econômico aqui não passa de marolinha, afirmava o presidente Lula.</p>
<p>O jornalista americano Michael Lewis acaba de concluir um livro &#8211; Boomerang, Viagens ao Novo Terceiro Mundo &#8211; sobre a Europa. Ele percorreu quatro países: Islândia, Irlanda, Grécia e Alemanha. Seu objetivo era extrair lições para os EUA. E concluiu que os americanos deveriam inquietar-se com a crise europeia, pois podem ser os próximos da fila.</p>
<p>Barack Obama e Dilma Rousseff têm feito constantes advertências aos líderes europeus. Alguns já reclamam por terem sido condenados a ouvir conselhos. É compreensível que os dois presidentes se inquietem com a crise europeia e a demora em achar saídas. Mas ambos, em níveis diferentes, têm de olhar a própria retaguarda.</p>
<p>A exemplo de Islândia, Grécia e Espanha, os EUA enfrentam manifestações de rua. Elas têm um objetivo vago, mas miram o sistema financeiro e suas relações com o governo.</p>
<p>No Brasil o tema é a corrupção, mas o núcleo de descontentes pode ampliar seu alcance em caso de crise econômica. E não só porque a corrupção se torna mais insuportável num quadro de crise. Outro fator potencial de protesto é o modo irracional de gastar o dinheiro público. Olhando por esse ângulo, o Brasil comporta-se como um novo-rico, alheio à tempestade que se aproxima.</p>
<p>Os fatos da semana fortalecem essa visão. A Câmara dos Deputados gastou R$ 13,9 milhões com telefone nos últimos oito meses. Se houvesse interesse, com a ajuda da tecnologia esses gastos poderiam ser reduzidos à metade. Os custos do Congresso aumentam, assim como aumenta a resistência a considerar a tese de que, sem perder a eficácia, eles poderiam ser reduzidos à metade. A Câmara tem uma televisão com equipamentos e equipe completa. A pouco mais de 300 metros dali, o Senado tem também uma televisão com equipamentos e equipe completa. Com bons editores, uma só televisão divulgaria todo o trabalho do Congresso e ainda sobraria tempo.</p>
<p>José Sarney declarou em entrevista que os privilégios parlamentares são um tributo à democracia. Os suecos, apesar de sua riqueza, considerariam um insulto à democracia. Basta examinar o tratamento que dão a seus parlamentares, que precisam lavar sua roupa e limpar, após usarem, a cozinha coletiva de seu prédio.</p>
<p>Na área do governo, os fatos também revelam indiferença pelos gastos inúteis. Essa tendência pode ser rastreada pelas manchetes dos jornais. O Ministério da Pesca surge como um generoso pagador da bolsa-defeso. Não há indícios de que conterá seus excessos. O da Saúde aparece gastando parte de sua verba com vale-transporte e até pista de skate. Enquanto isso ocorre, R$ 1,8 milhão enviado à reserva dos índios guaranis-caiuás parece ter sumido no caminho, pois os postos, segundo o Ministério Público, estão em estado de miséria. Já a reforma do Palácio do Planalto custou 43% acima do preço estimado inicialmente. Apesar de notas técnicas condenando os gastos, R$ 112 milhões foram pagos.</p>
<p>Tudo isso vem à tona na fase pós-escândalo dos Ministérios dos Transportes e do Turismo, áreas em que as cifras do dispêndio eram muito maiores. A visão corrente na base do governo é de que tudo é secundário e chega a ser comovente se importar com tais gastos, diante da complexidade do processo. O mantra é confiar no mercado interno, apoiar-se nele para continuar crescendo. No entanto, embora não seja alarmante, pesquisa da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) diz que, entre os emergentes, o Brasil sofreu uma das mais fortes desaceleração do crescimento.</p>
<p>A presidente Dilma deve anunciar, dizem os jornais, um novo plano de investimentos. Ela quer estimular a economia. Grande parte dos investimentos que o País fará nos próximos anos é destinada à Copa do Mundo e à Olimpíada. É preciso muita confiança para supor que esse caminho não apresente riscos na crise. Não se trata apenas de calcular o custo de alguns elefantes brancos. Eles continuarão representando gastos de manutenção muito tempo depois de usados nesses eventos internacionais.</p>
<p>Não se pode dizer que o governo ignore o problema de gestão dos recursos. Dilma atraiu para sua equipe o empresário Jorge Gerdau, que investiu na modernização dos governos. O do Rio de Janeiro deve a ele grande parte do êxito em superar o atraso constrangedor das administrações anteriores. A presença de Gerdau indica, pelo menos, a existência de plano de longo alcance. Mas falta uma força-tarefa para as emergências.</p>
<p>Toda eleição presidencial discute os gastos com viagens, que rondam os R$ 800 milhões. Num tempo de teleconferências, e-mails, Skype, gastos com viagens poderiam ser reduzidos. Mas não se vê uma campanha para diminuí-los, com resultados transparentes.</p>
<p>Ao pedágio da corrupção soma-se o espírito de novo-rico, inspirado pelo crescimento econômico. É muito peso para voar em tempos difíceis. Os dois fatores se entrelaçam e ganham nova dimensão quando o foco está na Copa e na Olimpíada. O primeiro grande acontecimento, o sorteio das chaves, no Rio de Janeiro, revelou a amplitude dessa tendência perigosa. Estado e cidade gastaram, juntos, R$ 30 milhões. O aluguel de uma cadeira custou R$ 204, soma suficiente para comprar cadeira nova.</p>
<p>A racionalidade nos gastos é um remédio muito simples para a complexidade da crise. Outras grandes medidas se pedem aos estadistas. A vantagem do remédio está sobre a mesa: é só ter a coragem política de adotá-lo. Na verdade, o grande obstáculo para racionalizar os gastos é político. Uma configuração estática de governo torna a política não mais uma solução, mas parte da crise.</p>
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		<title>Entrevista com a presidenta Dilma Rousseff</title>
		<link>http://oficial.blog.br/42394/entrevista-com-a-presidenta-dilma-rousseff/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 14:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chris Flores</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apresentador(a)]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>

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		<title>As vozes que não se calam</title>
		<link>http://oficial.blog.br/41794/as-vozes-que-nao-se-calam/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 13:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Gabeira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
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		<description><![CDATA[Dados na mesa: a corrupção desviou R$ 40 bilhões em sete anos, R$ 6 82 milhões no Ministério dos Transportes; o Brasil caiu 20 posições no ranking da infraestrutura, segundo pesquisa do Fórum Econômico Mundial &#8211; deixou o 84.º lugar para ocupar o 104.º. Mesmo sem precisar o seu peso, é inegável que a corrupção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7052" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.gabeira.com.br/wordpress/wp-content/uploads/ilustra_corrupcao_640px.jpg"><img class="size-full wp-image-7052" title="ilustra_corrupcao_640px" src="http://www.gabeira.com.br/wordpress/wp-content/uploads/ilustra_corrupcao_640px.jpg" alt="" width="640" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração: Cadu Tavares</p></div>
<p>Dados na mesa: a corrupção desviou R$ 40 bilhões em sete anos, R$ 6 82 milhões no Ministério dos Transportes; o Brasil caiu 20 posições no ranking da infraestrutura, segundo pesquisa do Fórum Econômico Mundial &#8211; deixou o 84.º lugar para ocupar o 104.º. Mesmo sem precisar o seu peso, é inegável que a corrupção desempenhou um papel nessa queda. Apenas isso seria suficiente para justificar a presença da luta contra o desvio de verbas públicas no topo da agenda nacional.</p>
<p>O argumento da coalizão para conviver com esses fatos é o da governabilidade. É o discurso dos dirigentes mais politizados. No espaço virtual, onde as emoções estão mais à flor da tela, não são raras as tentativas de desqualificar a aspiração de grande parte da sociedade brasileira, revelada, parcialmente, nas demonstrações do 7 de Setembro. A mais banal dessas tentativas é aprisionar o movimento dentro dos códigos do século passado, dominado pela guerra fria. Esquerda e direita, naquele contexto, eram os polos da principal clivagem. O movimento é de direita, dizem, logo, representa um atraso.</p>
<p>As pessoas que saíram às ruas talvez não se sintam nem de direita nem de esquerda, apenas defendem seus direitos e sonhos frustrados pela corrupção. Num outro plano, há os que até entendem a disposição para a luta. Lamentam apenas ver a energia dispersa num tema secundário. Chegam até a sugerir um outro foco: a sonegação de impostos, dizem, mobiliza bilhões de reais. Outra forma clássica de argumentar, que atravessou o século 20: a contradição principal é entre burguesia e proletariado; outras lutas, ainda que bem-intencionadas, podem levar à dispersão.</p>
<p>A presidente Dilma Rousseff, quando indagada sobre corrupção, sempre enfatiza a luta contra a miséria, deixando bem claro seu objetivo principal. O que falta na sua resposta é uma articulação entre corrupção e miséria, a aceitação da evidência avassaladora de que a corrupção contribui para agravar a miséria no País.</p>
<p>Uma vez aceita essa evidência, seria possível passar para outra etapa da discussão. Isto é, discutir o argumento de que a governabilidade permite ganhar um espaço na luta contra a pobreza muito superior ao espaço que se perde com a corrupção. É o famoso &#8220;preço a pagar&#8221;. Em nome da própria luta contra a miséria, é legítimo perguntar: será que o Brasil precisa mesmo pagar esse preço? Numa democracia transparente, além do custeio da máquina, é necessário um pedágio para que ela seja possa funcionar?</p>
<p>Tudo indica que o modelo de presidencialismo de coalizão, com o rateio de cargos entre os partidos, está esgotado. O amadurecimento da democracia vai impor novos rumos. No momento é difícil convencer disso os vencedores, que projetam novas vitórias eleitorais, seguindo a máxima esportiva de que em time que está ganhando não se mexe. Os argumentos contra a corrupção não se limitam ao dinheiro perdido. No plano simbólico, a devastação é maior ainda. Milhares de pessoas se afastaram da política e a imagem internacional do Brasil sofre.</p>
<p>Recentemente, o WikiLeaks revelou uma correspondência do embaixador dos EUA, Thomas Shannon, afirmando que a corrupção no governo passado era generalizada. É razoável perguntar: será que isso foi só a percepção do embaixador americano ou é a de todo o corpo diplomático?</p>
<p>As perspectivas tornaram-se mais interessantes agora, com a aparição de um movimento espontâneo e apartidário. As demonstrações de jovens buscando mais democracia, no período eleitoral, representou uma combinação singular na Espanha: a contestação ofuscou o discurso dos políticos. Os que gastam energia para reduzir a importância da luta contra a corrupção devem lembrar que, mesmo se fosse varrida dessa conjuntura, ela apareceria, com força, pouco mais adiante.</p>
<p>A preparação da Copa de 2014, necessariamente, recoloca o tema. Faltam dados sobre os gastos e algumas estimativas os elevam a R$ 120 bilhões. A reforma do Maracanã, por exemplo, tem hoje previsão de gastos de mais de R$ 900 milhões, apesar dos cortes do TCU. Ela é sintomática. A previsão inicial era de R$ 600 milhões. A empresa responsável é a Delta, cujo dono é amigo do governador Sérgio Cabral. Uma obra da Delta no aeroporto de Guarulhos chegou a ser interditada esta semana pela Justiça Federal.</p>
<p>Mesmo esquecendo momentaneamente a Copa, cujo processo ainda se vai desenrolar, é inegável que a corrupção influiu na resistência contra a recriação da CPMF. Segundo o TCU, é na saúde que se registra um terço do desvio de verbas no País. Ninguém tinha esses dados, mas quase todos desconfiavam.</p>
<p>Por mais que a corrupção seja jogada para a margem, como um problema corriqueiro, ela reaparece na agenda nacional, confirmando a frase de Guimarães Rosa: quem muito evita, acaba convivendo. Talvez fosse mais fácil se os partidos políticos, com uma visão de futuro, dessem uma resposta a uma agenda que não desaparece da cena. Os fatos no Congresso, principalmente a absolvição, por voto secreto, da deputada Jaqueline Roriz, indicam que a maioria dos políticos continuará com a cabeça enterrada na areia.</p>
<p>Nesse cenário, não pode ouvir o movimento perguntando: há alguém aí? O nível de desemprego é menor aqui do que o registrado na juventude espanhola. Em compensação, lá os políticos não viram as costas à sociedade tão audaciosamente como no Brasil.</p>
<p>Algo começou com as manifestações de 7 de Setembro. Como em todos os pontos do globo, elas lançaram mão da internet, instrumento sobre o qual não há controle numa democracia. Por outro lado, as tentativas de controle político dos meios de comunicação tradicionais tendem ao isolamento. É preciso acreditar muito nos aliados para supor que possam erguer a bandeira da censura num ano eleitoral.</p>
<p>Dificilmente o Brasil aceitará pagar pedágio para que o governo faça a máquina funcionar. Ela já é pouco racional. Com os danos da corrupção, torna-se um obstáculo para um salto maior. O Brasil cresceu, os horizontes políticos encolheram. O sopro das ruas pode trazer a inspiração que faltava.</p>
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		<title>Dilma recebe Camila antes de Piñera</title>
		<link>http://oficial.blog.br/40893/dilma-recebe-camila-antes-de-pinera/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 12:32:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Gabeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Santiago &#8211; Os jornais chilenos amanheceram com manchete vinda do Brasil: a presidente Dilma Rousseff vai receber a líder estudantil chilena Camila Vallejo na quarta feira. Camila viaja a convite da UNE e vai participar da Marcha dos Estudantes, que pretende reunir 20 mil manifestantes em Brasília . A marcha pedirá um investimento de 10 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.gabeira.com.br/index.php/2011/08/31/dilma-recebe-camila-antes-de-pinera/camila-vallejos/" rel="attachment wp-att-6834"><img class="aligncenter size-full wp-image-6834" title="Camila-Vallejos" src="http://www.gabeira.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Camila-Vallejos.jpg" alt="" width="640" height="457" /></a></p>
<p>Santiago &#8211; Os jornais chilenos amanheceram com manchete vinda do Brasil: a presidente Dilma Rousseff vai receber a líder estudantil chilena Camila Vallejo na quarta feira.</p>
<p>Camila viaja a convite da UNE e vai participar da Marcha dos Estudantes, que pretende reunir 20 mil manifestantes em Brasília .</p>
<p>A marcha pedirá um investimento de 10 por cento do PIB na educação e 50 por cento dos recursos do pré-sal.</p>
<p>Os jornais chilenos acentuam que Camila será recebida pela Presidente do Brasil antes de seu encontro com o Presidente Sebastián Piñera marcado para sábado no palácio La Moneda.</p>
<p>A fonte da notícia é o blog da presidente Dilma. O encontro entre as duas vai marcar a aproximação com a esquerda brasileira, algo que no Chile existe, mas com algumas reservas, pois, ao longo de 20 anos de governo da Concertación, as aspirações dos estudantes não foram atendidas.</p>
<p>Analistas consideram o movimento dos estudantes no Chile, apesar de sua nítida inspiração de esquerda, uma critica indireta ao sistema político de modo geral.</p>
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		<title>Faxina, meio século depois</title>
		<link>http://oficial.blog.br/40532/faxina-meio-seculo-depois/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 14:23:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Gabeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos 50 anos da renúncia de Jânio Quadros, o tema da faxina ética no governo continua em foco. O símbolo da campanha de Jânio era precisamente uma vassoura. Jânio usava o tema para suas conquistas eleitorais. Assim como Collor usou “a luta contra os marajás “ para se projetar nacionalmente. Os velhos temas continuam de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6733" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.gabeira.com.br/index.php/2011/08/25/faxina-meio-seculo-depois/vassoura/" rel="attachment wp-att-6733"><img class="size-full wp-image-6733" title="vassoura" src="http://www.gabeira.com.br/wordpress/wp-content/uploads/vassoura.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Broche da campanha de Jânio Quadros</p></div>
<p>Nos 50 anos da renúncia de Jânio Quadros, o tema da faxina ética no governo continua em foco. O símbolo da campanha de Jânio era precisamente uma vassoura.</p>
<p>Jânio usava o tema para suas conquistas eleitorais. Assim como Collor usou “a luta contra os marajás “ para se projetar nacionalmente.</p>
<p>Os velhos temas continuam de pé: denúncias de corrupção, supersalários. A Presidente Dilma Rousseff tem demonstrado um desconforto com a expressão faxina ética.</p>
<p>Pessoalmente, também não gosto da expressão. Com mais um n, a faxina étnica foi uma das piores experiências da humanidade após a fragmentação da antiga Iugoslávia.</p>
<p>Dilma prefere a expressão faxina contra a pobreza, que também não é muito feliz. Mas deixando um pouco de lado as palavras e avançando para os fatos, vemos que Dilma procura descrever o que acontece, com suas próprias palavras: erros que surgem aqui e ali e são corrigidos prontamente.</p>
<p>Nessa descrição repousa uma das divergências entre Dilma e os que tentam conduzi-la à liderança da luta contra a corrupção.  Para ela, são fatos isolados, acidentes de percurso no caminho de um governo que reduzirá a pobreza.</p>
<p>Mas tanto a Frente Parlamentar como articulistas e entrevistados vêem a corrupção como algo sistêmico, decorrente das características do chamado presidencialismo de coalizão.</p>
<p>Minha previsão é a de que Dilma não aceitará esse tipo de liderança que atribuem a ela. Governos não aceitam a ideia de corrupção sistêmica, pois teriam de se reformar, como conseqüência.</p>
<p>Mas, as vezes, a sociedade no seu esforço, consegue fazer com o tema entre na agenda de forma decisiva, como acontece agora na Índia.</p>
<p>O primeiro ministro Manmohan Singh tratava a corrupção de forma limitada mas o movimento liderado por Anna Hazare acabou impondo um debate que vai até à criação de uma agencia independente para apurar os desvios.</p>
<p>Dilma jamais aceitou que houvesse um processo de luta contra a corrupção em curso, pois isso mudaria suas prioridades e marcaria a gestão anterior de Lula com o estigma de uma herança maldita.</p>
<p>Ela sempre aceitou as demissões de seus ministros e procurou substitui-los rapidamente. Jamais recebeu os senadores da frente criada para apoiá-la. Da mesma forma, jamais se mostrou orgulhosa, publicamente, de estar desfazendo esquemas corruptos no interior do governo.</p>
<p>A política de Dilma é a demitir ministros e funcionários quando as denúncias se tornarem indefensáveis. Falando francamente, ela não lidera nenhum tipo de luta contra a corrupção, apenas reage quando não há mais outro caminho.</p>
<p>No entanto, jornais e tribunas continuam cheios de entrevistados apoiando a “a faxina da Presidente Dilma”. Por mais que pareça uma reação da sociedade, no fundo é uma forma de se resignar.</p>
<p>Toda a energia está sendo concentrada numa líder que não se interessa em realizar a tarefa desejada pelos liderados.</p>
<p>Estamos todos nos enganando, ou é isso mesmo? A sociedade apoia Dilma na sua faxina e ela, por sua vez, rejeita a palavra e diz que não há faxina.</p>
<p>Talvez seja esse o arranjo ideal. Ele nos dá a possibilidade de  apoiar o governo e, simultaneamente, combater a corrupção com nosso discurso.</p>
<p>Dilma deixa bem claro que não há luta sistemática contra corrupção e sim contra a pobreza. A insistência em envolvê-la não resultará em grandes progressos.</p>
<p>A luta contra a corrupção na Índia, com forma que não vingam em nossa cultura, como a greve de fome, vem da própria sociedade. Não há esperança de converter Singh, como se espera converter Dilma.</p>
<p>A luta na Índia é canalizada para a aprovação de uma lei e a criação de uma agência independente.</p>
<p>Toda vez que alguém escreve sobre a faxina da presidente Dilma, ficará sempre a interrogação: que presidente, a da sua fantasia, ou a Dilma real que vemos nos discursos públicos?</p>
<p>Fantasiar uma Dilma de mentirinha, significa também levar uma luta de mentirinha contra a corrupção.</p>
<p>Há 50 anos, Jânio renunciava e mostrava como era falsa sua disposição de ir até o final com a bandeira que o elegeu.</p>
<p>Agora, Dilma é bastante clara ao rejeitar essa bandeira. Parte do Brasil consegue concentrar sua esperança, meio século depois, numa presidente que não considera o problema algo digno de suas prioridades.</p>
<p>Em matéria de esperança, somos imbatíveis.Para curar nossos males confiamos, há meio século, num charlatão; agora, desviamos nossos anseios, para alguém que afirma que não é  médico e além  do mais não gosta da profissão.</p>
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		<title>De frente e de costas para a corrupção</title>
		<link>http://oficial.blog.br/39969/de-frente-e-de-costas-para-a-corrupcao/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 18:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Gabeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
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		<description><![CDATA[Senadores independentes criaram um grupo para apoiar Dilma Rousseff, na “sua luta contra a corrupção” Fizeram o que a sociedade recomenda. Em caso de luta contra a corrupção, apoiar a presidente contra as pressões dos interessados em desviar dinheiro público. Mas a frente de senadores merece alguns reparos. O enfoque afastou a oposição, que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.gabeira.com.br/index.php/2011/08/16/de-frente-e-de-costas-para-a-corrupcao/flautista_hamelin/" rel="attachment wp-att-6640"><img class="aligncenter size-full wp-image-6640" title="flautista_hamelin" src="http://www.gabeira.com.br/wordpress/wp-content/uploads/flautista_hamelin.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p>Senadores independentes criaram um grupo para apoiar Dilma Rousseff, na “sua luta contra a corrupção”</p>
<p>Fizeram o que a sociedade recomenda. Em caso de luta contra a corrupção, apoiar a presidente contra as pressões dos interessados em desviar dinheiro público.</p>
<p>Mas a frente de senadores merece alguns reparos. O enfoque afastou a oposição, que não considera o esforço de Dilma sincero. E não atraiu a base aliada temerosa de investigações que acabem atingindo a um grande número de ministros e parlamentares.</p>
<p>Toda iniciativa séria contra a corrupção no Congresso termina isolada da oposição e da base aliada. O PSDB compra a briga desde que possa ter a liderança e dosá-la de acordo com seus interesses e a sua forte tendência a amarelar em situações complexas.</p>
<p>Isso vem de longe e possivelmente continuará assim. A novidade que os senadores poderiam apresentar seria uma agenda própria de luta contra a corrupção. Dezenas de projetos nesse sentido adormecem nas gavetas.</p>
<p>O escândalo do Ministério do Turismo pode acabar com todos os réus sendo julgados pelo Supremo Tribunal. Como existe uma deputada entre os acusados, os advogados da quadrilha querem mandar o processo para o STF. É o famoso foro especial dos parlamentares que precisa ser revisto.</p>
<p>Iniciar um trabalho desse tipo dentro do Parlamento provoca reações, resmungos e, às vezes, hostilidade direta. A vida  torna-se muito incômoda. Mas , afinal, foi para esse desconforto que alguns parlamentares se elegeram, prometendo lutar contra a corrupção.</p>
<p>Os senadores colocaram o tema nas mãos de Dilma. Decidiram apoiá-la nas dificuldades, é certo. Mas não traçaram um roteiro próprio de luta. Sozinha e sem inspiração, Dilma não resolve o problema. Os senadores têm de entrar em campo e chamar para ele também a sociedade mais consciente.</p>
<p>Não se trata de uma tarefa apenas de Dilma, diante da qual  se pode apoiar, condenar ou ignorar. É uma tarefa nacional .</p>
<p>A corrupção tem produzido muitos escândalos na Índia, que comemora 64 anos de independência e cresce economicamente como o Brasil.</p>
<p>Lá, o Congresso está discutindo uma lei rigorosa, pois essa é sua missão. Lá começam a surgir manifestações populares.Não estou propondo o mesmo para o Brasil pois cada pais tem suas características.</p>
<p>Mas, em tese, sem um Congresso ativo e sem povo na rua, o caminho é mais longo e difícil.</p>
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		<title>Em busca das provas robustas</title>
		<link>http://oficial.blog.br/39859/em-busca-das-provas-robustas/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Aug 2011 17:15:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Gabeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A presidente Dilma Rousseff, para variar, ficou irritada. O vice Michel Temer perguntou onde estavam as provas robustas. As duas figuras que aparecem como noivo e noiva no bolo de aniversário da coligação PMDB- PT  estão unidas na censura à Policia Federal. Acontece que a tanto a Policia Federal como a Procuradoria estão apresentando muitos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.gabeira.com.br/index.php/2011/08/14/em-busca-das-provas-robustas/flynn-errol_01/" rel="attachment wp-att-6606"><img class="aligncenter size-full wp-image-6606" title="Flynn-Errol_01" src="http://www.gabeira.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Flynn-Errol_01.jpg" alt="" width="640" height="477" /></a></p>
<p>A presidente Dilma Rousseff, para variar, ficou irritada. O vice Michel Temer perguntou onde estavam as provas robustas.</p>
<p>As duas figuras que aparecem como noivo e noiva no bolo de aniversário da coligação PMDB- PT  estão unidas na censura à Policia Federal.</p>
<p>Acontece que a tanto a Policia Federal como a Procuradoria estão apresentando muitos dados, gravações telefônicas e, agora, depoimentos dos presos.</p>
<p>Apareceu até uma testemunha chamada Errolflyn de Souza Paixão. Os mais jovens podem ir ao Google e encontram lá o nome do ator norte-americano que inspirou os pais do Errolflyn brasileiro.</p>
<p>Num texto literário, esse nome seria um achado. Mas os estudiosos dos escândalos brasileiros sabem que, assim como fumaça e fogo, nomes estranhos e escândalos andam juntos no Brasil. Ele afirma que a deputada Fátima Pelaes sabia do esquema e ficou com parte do dinheiro da emenda de R$ 4 milhões.</p>
<p>O ideal seria que o governo ficasse calado até que o processo se desenrolasse. Ao se precipitar nas criticas à operação da PF, tentou mostrar para a base aliada que vai protegê-la.</p>
<p>Mas os fatos estão aí. O trabalho da PF está fundamentado neles. Dificilmente, as investigações, sobre esse e outros casos, será paralisada.</p>
<p>É o dilema que  tenho enfatizado. Não dá para evitar que a roubalheira venha à luz. Mas não dá também conter a base aliada que quer verbas das emendas parlamentares e suavidade na PF.</p>
<p>Se a greve dos aliados acabar com a liberação das verbas, aí então é que o trabalho da PF se fará mais necessário porque é das verbas que nascem as tramóias.</p>
<p>Só uma coisa preocupa. A PF tem enfatizado sua luta salarial. Isso significa que, com aumentos de salários, ela será mais complacente?</p>
<p>Os tempos de vacas gordas permitiram a implantação de um poderoso esquema no Brasil. Seu objetivo não foi somente trocar o governo, mas também democratizar as benesses do poder, incluindo um amplo espectro de partidos, sindicatos, entidades de classe e ONGs.</p>
<p>É a tática da Arca de Noé que funciona bem no pais mas ameaça afundar nas crises. Quando menino, ouvia muito esta frase: ou todos se locupletam ou restaure-se a moralidade.</p>
<p>Em tempos da vagas gordas, chegou-se perto da estabilidade ideal do modelo. Quase todos que têm voz e organização foram cooptados. A própria PF, em alguns casos que envolviam o governo, pipocou.</p>
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		<title>Aécio Neves defende investimentos em saneamento básico e a desoneração fiscal das empresas do setor</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 18:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aécio Neves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em defesa do básicoFonte: Artigo Aécio Neves – Folha de S.PauloHá uma clara falta de sintonia entre os desafios da nossa realidade e a lógica do projeto de poder em curso no país.Confunde-se crescimento com desenvolvimento e difunde-se a falsa p...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="Apple-style-span" style="color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; background-color: rgb(244, 245, 247); "><h4 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-weight: bold; letter-spacing: -0.05em; font-family: Arial; font-size: 16px; color: rgb(0, 136, 0); ">Em defesa do básico</h4><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Fonte:</strong> <span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-decoration: underline; "><em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Artigo Aécio Neves – Folha de S.Paulo</em></span></p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Há uma clara falta de sintonia entre os desafios da nossa realidade e a lógica do projeto de poder em curso no país.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Confunde-se crescimento com desenvolvimento e difunde-se a falsa percepção de que tudo está sendo feito para garantir ao povo brasileiro um novo horizonte.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Ideias como a do trem-bala deslocam-se para o centro das atenções, enquanto permanecem paralisadas as obras dos metrôs das capitais e as estradas federais caem, literalmente, aos pedaços.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">O atraso das obras da Copa exigirá forte injeção de recursos públicos, que não existem sequer para programas que, apesar de terem um desempenho aquém do esperado, são lançados e relançados com pompa e circunstância, como o Minha Casa, Minha Vida.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Prevalece o periférico – e os interesses que se organizam em torno dele – e não o principal. O exemplo mais dramático é o do saneamento básico.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Metade da população do país não tem acesso a este serviço, e retrocedem os dados da última década: o número de residências sem água subiu de 8,9 milhões para 9,1 milhões, enquanto os domicílios sem rede de esgoto passaram de 25,6 milhões para 27,8 milhões.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">A pirotecnia política em torno do PAC não altera a realidade do balanço do Instituto Trata Brasil – até o final de 2010, só 4% das principais obras de saneamento previstas estavam concluídas, e 60% continuavam paralisadas, atrasadas ou nem sequer iniciadas.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Para viabilizar investimentos da ordem de R$ 11 bilhões anuais, necessários para alcançar a universalização dos serviços na área de saneamento até 2024, conforme preconiza o próprio PAC, já não bastam as fórmulas conhecidas.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">É preciso ter alternativas como a redução a zero das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins cobradas das empresas de saneamento, já apresentada no Congresso pelo senador Francisco Dornelles. Tese, aliás, defendida na eleição de 2010 pelo nosso candidato, José Serra, e depois assumida publicamente pela então candidata Dilma Rousseff.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Esta seria uma forma de capitalizar as empresas e fomentar novos investimentos. De acordo com os dados do SNIS, gerenciado pelo Ministério das Cidades, essas empresas pagaram R$ 12,8 bilhões em PIS/Pasep e Cofins no período entre 2003 e 2008, valor superior aos R$ 12,2 bilhões investidos com recursos próprios.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Fazer o que precisa ser feito, neste caso, vai muito além dos princípios de boa governança.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">É bastante conhecido o impacto altamente positivo do saneamento no combate a doenças e na melhoria das condições de vida da população.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Além disso, os recursos aplicados no setor representam economia muito significativa no sistema público de saúde. E o fundamental é que estaríamos cuidando do Brasil real. Isso é desenvolvimento.</p></span><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3136801678498587491-8967554165258752992?l=aeciopresidente.blogspot.com' alt='' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Hospitais de lata a preço de ouro</title>
		<link>http://oficial.blog.br/38117/hospitais-de-lata-a-preco-de-ouro/</link>
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		<pubDate>Sun, 17 Jul 2011 20:11:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Gabeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ideia é falar muito do mundo e do pais e apenas o essencial do lugar onde moro. No entanto, reportagens na revista Veja e no Globo de hoje indicam que há muita suspeitas nas construções das chamadas UPAs (Unidade de Pronto Atendimento) e das sedes das UPPs, as unidades policiais de pacificação. Veja informa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.gabeira.com.br/index.php/2011/07/17/hospitais-de-lata-a-preco-de-ouro/cais1/" rel="attachment wp-att-6109"><img class="aligncenter size-full wp-image-6109" title="cais1" src="http://www.gabeira.com.br/wordpress/wp-content/uploads/cais11.jpg" alt="" width="640" height="427" /></a></p>
<p>A ideia é falar muito do mundo e do pais e apenas o essencial do lugar onde moro. No entanto, reportagens na revista Veja e no Globo de hoje indicam que há muita suspeitas nas construções das chamadas UPAs (Unidade de Pronto Atendimento) e das sedes das UPPs, as unidades policiais de pacificação.</p>
<p>Veja informa que as estruturas metálicas pré- moldadas são encomendados a uma empresa chamada Metalúrgica Valença mas são fabricadas por outra empresa, em Barra do Pirai. Uma delas, que é apenas uma fábrica de notas frias, recebeu isenção fiscal de R$45 milhões.</p>
<p>Mas a revelação mais estarrecedora é a do Globo: os hospitais de lata custam mais que os hospitais de alvenaria.  O metro quadrado de um hospital de lata sai por R$2.385 e o de alvenaria, R$1.900.</p>
<p>Essas coisas sempre foram insinuadas no  discurso da oposição mas agora aparecem com toda a clareza. Os gastos com as UPAs, adotadas também como modelo no programa de Dilma Rousseff, são muito altos. Talvez por causa disso, o governo construa tantas UPAs, mesmo sem dispor de funcionários de saúde para fazê-las funcionar. Algumas estão ainda vazias, à espera de gente treinada.</p>
<p>Na mesma semana em que batemos tanto na questão da corrupção na serra fluminense, o governo do Rio afirma que vai pedir à Brasília R$688 milhões para obras de contenção em 700 encostas.</p>
<p>As denúncias se sucedem, mas as verbas continuaram fluindo porque são necessárias. A única esperança é o controle da própria população. Em Teresópolis foi impossível fazer uma CPI independente; em Nova Friburgo a experiência foi melhor sucedida.</p>
<p>Só uma séria investigação sobre o uso das verbas pode garantir um comportamento diferente. As obras de contenção representam a salvação de muitas vidas. As verbas de saúde, usadas na criação de UPAs enlatadas, também significam salvação de vidas, se melhor empregadas.</p>
<p><a href="http://www.gabeira.com.br/index.php/2011/07/17/hospitais-de-lata-a-preco-de-ouro/escalada/" rel="attachment wp-att-6110"><img class="aligncenter size-full wp-image-6110" title="escalada" src="http://www.gabeira.com.br/wordpress/wp-content/uploads/escalada.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p>Foi tanta propaganda em torno das UPAs. Se o Globo anexasse o dinheiro da propaganda ao preço desses containers não seriam apenas mais caro que hospitais de alvenaria. Custam tanto quanto um prédio de luxo.</p>
<p>UPAs e UPPs são os dois pontos centrais na propaganda do governo estadual e consomem também algum dinheiro na propaganda federal. Só no Estado do Rio, são gastos R$150 milhões anuais em propaganda do governo Cabral.</p>
<p>Com o tempo, as coisas ficarão mais claras.</p>
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		<title>Palocci e o jogo do futuro</title>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2011 12:17:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Gabeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A multiplicação do patrimônio do ministro Antônio Palocci por 20 inspirou um game na internet. Elementos para novos games existem no desenrolar do caso. Um deles poderia ser chamado de psicodrama nacional. O governo decidiu blindar Palocci no Congresso, mobilizando os aliados para evitar investigações. O governo está acostumado a reagir com esse reflexo. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5406" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a rel="attachment wp-att-5406" href="http://www.gabeira.com.br/index.php/2011/05/27/palocci-e-o-jogo-do-futuro/tio_palocci/"><img class="size-full wp-image-5406" title="tio_palocci" src="http://www.gabeira.com.br/wordpress/wp-content/uploads/tio_palocci.jpg" alt="" width="640" height="490" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração: Cadu Tavares</p></div>
<p>A multiplicação do patrimônio do ministro Antônio Palocci por 20  inspirou um game na internet. Elementos para novos games existem no  desenrolar do caso. Um deles poderia ser chamado de psicodrama nacional.</p>
<p>O governo decidiu blindar Palocci no Congresso, mobilizando os  aliados para evitar investigações. O governo está acostumado a reagir  com esse reflexo. Não parou para constatar que o tema agora é diferente.  Perdeu algumas casas. Se há dúvida em torno da multiplicação do  patrimônio, a única saída é uma explicação transparente. O movimento do  governo e seus aliados fortaleceu a dúvida.</p>
<p>No livro sobre a China, Henry Kissinger cita um mestre oriental que  dizia: a última palavra em excelência não é vencer as batalhas, mas  derrotar o adversário sem luta. O governo colocou a oposição numa  situação quase tão favorável ao nível de excelência proposto pelo sábio  chinês. A oposição, neste caso particular, derrota o governo mesmo  perdendo. Cada requerimento negado, cada CPI sepultada é um tijolo a  mais no edifício da suspeita.</p>
<p>Quantas casas atrás não representa o apoio de José Sarney, Romero  Jucá e Paulo Maluf, garantindo a integridade do ministro? A única saída  no horizonte é contar com o esquecimento, resistir à pressão, esperar  que outro escândalo se apresente na pipeline. Mas será que a fórmula de  Sarney e Renan, ambos treinados a atravessar o vendaval, se aplica a  este caso? Nenhum dos dois depende, nem eleitoralmente, da opinião  pública.</p>
<p>Terá o escândalo das licitações fraudadas em Campinas o potencial de  substituir o escândalo da multiplicação dos bens do ministro? Embora  mencione amigo do ex-presidente Lula e tenha atraído José Dirceu para  gerir a crise, o processo em Campinas tem potencial mais de agravar do  que atenuar a pressão sobre Palocci.</p>
<p>O mundo vive momentos em que a indignação, com todas as suas  limitações políticas, desempenha um grande papel. Esteve presente nos  países árabes, na crise da Islândia e agora reaparece com força no M-15,  movimento espanhol que encheu as praças de jovens no 15 de maio. Na  Europa, a crise econômica e o modo conservador de superá-la são um pano  de fundo para a inquietação. O índice de desemprego é de 21% na Espanha e  quase dobra quando se avalia apenas a força de trabalho mais jovem. Nos  países árabes, não só a luta pela democracia, mas os preços cada vez  mais altos dos alimentos foram decisivos para encher as praças.</p>
<p>A maioria desses fatores de frustração não está presente no Brasil.  Isso dá certo fôlego à gestão dos escândalos. Mas a soma deles,  entretanto, funciona como um detonador no futuro.</p>
<p>O movimento dos jovens espanhóis ao sair às ruas não apontava um caso  específico, mas a falência dos partidos políticos e alto nível de  corrupção. O Brasil já vive essa clima nas redes sociais, que são um  instrumento novo de debate. Mas os fatores econômicos negativos estão  ausentes.</p>
<p>Às vezes, temos tendência a subestimar a inteligência do governo e  seus formuladores. Pode ser que nesta crise a margem de manobra seja tão  pequena que o force a uma reação, aparentemente irracional. Nesse caso,  a conclusão lógica é que os fatos revelados teriam uma consequência  mais catastrófica do que a recusa à transparência.</p>
<p>Ainda que tenha gasto muitos milhões na campanha presidencial, Dilma  Rousseff atraiu eleitores idealistas que ainda veem no governo do PT uma  luta dos pobres contra os ricos, da esquerda contra a direita, do  futuro contra o passado. Esses resíduos de idealismo devem ir pelos  ares, confrontados com o vigoroso enriquecimento de Palocci e com as  fraudes nas licitações em Campinas. Lá as fraudes se deram no setor de  saneamento básico. O vice-prefeito Demétrio Vilagra (PT) teve sua prisão  decretada. A coalizão que governa Campinas intitula-se um governo  popular. Desviar dinheiro de saneamento básico desconstrói qualquer  imagem de um governo popular.</p>
<p>Alguém terá de salvar Dilma do impulso de resistir, por reflexo, com a  tática, até certo ponto vitoriosa, de Maluf, Sarney, Renan e Jucá. Não  que o escândalo Palocci tenha o potencial de indignar a população a  ponto de jogá-la em manifestações de rua. Esse processo, como já vimos,  só acontece combinado com fatores econômicos. Mas é preciso salvar o  governo dos próprios aliados. Se a manobra de preservação de Palocci for  feita nos moldes tradicionais, o sinal para todos os outros escalões  estará dado. Nada vai segurar a voracidade de quem está nisso para  enriquecer.</p>
<p>Jornalistas amigos do governo poderão argumentar que faltava uma lei,  que Palocci não pode ser culpado de uma lacuna na estrutura legal  brasileira. Mas não faltam razões morais e legais para respeitar o  dinheiro do saneamento. E o esquema de Campinas nem isso perdoou. Será  preciso inventar outra desculpa. Essa está esgotada, como está esgotada a  tendência a escapar da responsabilidade afirmando que outros fizeram a  mesma coisa. Se esse argumento tivesse alguma validade, pobres das  camareiras de Nova York e dos hotéis do mundo inteiro. Um precedente  ilustre absolveria todos os outros.</p>
<p>Não basta ao governo o talento para vencer eleições consecutivas e  compor uma ampla base de apoio. Quando chegar o momento e as condições  necessárias forem dadas, um cantor de rock, como na Islândia, pode  acampar diante do Congresso e abrir seu microfone para o público. Aí  começa, como na Islândia, uma profunda reforma, que alguns chamam de  revolução, mas é apenas mudança radical no modo de fazer política no  País.</p>
<p>Essas coisas não acontecem no Brasil &#8211; é uma frase que temos na ponta  da língua para terremotos, desastres nucleares, tudo o queremos manter a  distância. Mas em política as placas tectônicas são similares. Às vezes  se acomodam ruidosamente. A solução para a crise da multiplicação do  patrimônio e o escândalo das fraudes em saneamento terá papel decisivo  no desenho do futuro político do País.</p>
<p>A longo prazo estaremos todos mortos. Mas, e se o prazo for mais curto do que prevemos?</p>
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		<title>Governo e Palocci</title>
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		<pubDate>Fri, 20 May 2011 13:23:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Gabeira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
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		<description><![CDATA[As coisas funcionam assim: quanto mais o ministro Palocci se recusa a dar informações, mais a oposição terá argumentos para pedi-las. Quanto mais o governo disser que o caso está encerrado, mais motivação terá a imprensa para mantê-lo aberto. Os estrategistas do Planalto não pensam assim. Acham que a insistência em saber como Palocci enriqueceu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5343" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a rel="attachment wp-att-5343" href="http://www.gabeira.com.br/index.php/2011/05/20/governo-no-labirinto-por-palocci/labrinto_governo/"><img class="size-full wp-image-5343" title="labrinto_governo" src="http://www.gabeira.com.br/wordpress/wp-content/uploads/labrinto_governo.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração: Cadu Tavares</p></div>
<p>As coisas funcionam assim: quanto mais o ministro Palocci se recusa a  dar informações, mais a oposição terá argumentos para pedi-las. Quanto  mais o governo disser que o caso está encerrado, mais motivação terá a  imprensa para mantê-lo aberto.</p>
<p>Os estrategistas do Planalto não pensam assim. Acham que a  insistência em saber como Palocci enriqueceu é apenas questão de dias.  Pode até ser verdade, uma vez que, no Congresso, os aliados do ministro  estão usando todos os meios, inclusive a policia parlamentar.</p>
<p>Mas o que vai prevalecer ao longo do tempo é a dúvida em torno do  enriquecimento de Palocci. Inúmeras teorias  vão circular na internet e o  ministro mais importante do governo, porque coordena todos os outros,  ficará sempre na berlinda.</p>
<p>Segundo os jornais de hoje, a empresa de Palocci faturou R$20 milhões  em 2010. O faturamento equivale ao da maior empresa de consultoria do  ramo, com mais de uma centena de funcionários.</p>
<p>Ao mesmo tempo em que coordenava a campanha de Dilma Rousseff para a  presidência, Palocci faturava alto. A suspeita de que tenha trabalhado  em negócios envolvendo o governo continuará no ar.</p>
<p>Quando você tem uma estrutura bilionária que inclui governo e fundos e  pensão, a tentação é pensar que nada vai abalar sua trajetória.  Desgastes com a opinião pública são compensados adiante por campanhas  ricas e políticas que melhorem a vida dos mais pobres.</p>
<p>Sem contar que, alem do exército mobilizado, a soldo, para defender  suas idéias, há também alguns batalhões românticos que vêem  em tudo  isso uma luta da esquerda contra a direita, dos pobres contra os ricos,  do progresso contra o atraso.</p>
<p>Dinheiro saindo pelo ladrão e uma boa assistência social resolvem  tudo. O único problema desse raciocínio é encarar a história como um  fato natural, uma simples repetição monótona dos mesmos acontecimentos.</p>
<p>O governo dá sinais de que entrou num labirinto. Todos os dias anuncia que já saiu da crise e todos os dias a crise renasce.</p>
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		<title>Dilma abre campanha de vacinação contra a gripe</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 14:11:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dilma Rousseff</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A presidenta Dilma Rousseff convocou todos os brasileiros com mais 60 anos, as gestantes, as crian&#231;as de seis meses a dois anos de idade e a popula&#231;&#227;o ind&#237;gena a se vacinarem contra a gripe, gesto &#8220;fundamental, pois im...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[A presidenta Dilma Rousseff convocou todos os brasileiros com mais 60 anos, as gestantes, as crian&ccedil;as de seis meses a dois anos de idade e a popula&ccedil;&atilde;o ind&iacute;gena a se vacinarem contra a gripe, gesto &ldquo;fundamental, pois impede complica&ccedil;&otilde;es como a pneumonia&rdquo;.
Ap&oacute;s receber dose da vacina, no in&iacute;cio da manh&atilde; de hoje no Pal&aacute;cio do Planalto, a presidenta Dilma fez quest&atilde;o de dizer que a vacina&ccedil;&atilde;o n&atilde;o d&oacute;i, que a aplica&ccedil;&atilde;o &eacute; muito r&aacute;pida, e &ldquo;fez um apelo&rdquo; para que as pessoas compare&ccedil;am aos postos de sa&uacute;de.&ldquo;Vai ter [vacina] para todo mundo [dos grupos selecionados]. Calcula-se que ser&aacute; em torno de 30 milh&otilde;es de pessoas. Ent&atilde;o, eu fa&ccedil;o um apelo para as m&atilde;es de crian&ccedil;as de seis meses a dois anos, e para as gr&aacute;vidas - n&atilde;o deixem de se vacinar - e para as pessoas acima de 60 anos&rdquo;, disse a presidenta.
A campanha contra a gripe &eacute; realizada em todo o territ&oacute;rio nacional, de hoje at&eacute; o dia 13 de maio. No pr&oacute;ximo s&aacute;bado (30/4), haver&aacute; o Dia Nacional de Mobiliza&ccedil;&atilde;o contra a Gripe, quando todos os postos de sa&uacute;de estar&atilde;o abertos. Dilma dedicou o mais recente programa de r&aacute;dio, Caf&eacute; com a Presidenta, &agrave; campanha de vacina&ccedil;&atilde;o. Ou&ccedil;a aqui.
&nbsp;
 
Mobiliza&ccedil;&atilde;o
O ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha, lembrou que, assim como a presidenta Dilma, todos os brasileiros dos grupos selecionados devem arrumar um tempo em sua agenda para se vacinarem contra a gripe. Para a campanha, o Minist&eacute;rio mobilizou mais 220 mil profissionais, 65 mil postos de sa&uacute;de e investiu R$ 230 milh&otilde;es para aquisi&ccedil;&atilde;o de 33 milh&otilde;es de doses.
Padilha afirmou que a vacina &eacute; segura, pois &eacute; produzida a partir de v&iacute;rus desativados, tanto que a pr&oacute;pria presidenta foi vacinada, e que &eacute; de extrema import&acirc;ncia que a popula&ccedil;&atilde;o se dirija aos postos de sa&uacute;de para reduzir o n&uacute;mero do caso de pneumonias e, consequentemente, de &oacute;bitos pela doen&ccedil;a. De acordo com o ministro, nos &uacute;ltimos 13 anos &ndash; desde que o governo come&ccedil;ou a oferecer a vacina &ndash; houve uma redu&ccedil;&atilde;o de 60% nas interna&ccedil;&otilde;es por pneumonia.
O ministro lembrou, ainda, que o Brasil &eacute; destaque mundial no quesito vacina&ccedil;&atilde;o e que 90% das vacinas aplicadas em territ&oacute;rio nacional s&atilde;o produzidos por laborat&oacute;rios p&uacute;blicos, como a Fiocruz e o Instituto Butant&atilde;. Padilha citou a vacina contra rotav&iacute;rus, por exemplo, criada no Brasil, e que foi respons&aacute;vel por uma redu&ccedil;&atilde;o de 22% dos &oacute;bitos por diarreia e de 17% nas interna&ccedil;&otilde;es.
&ldquo;&Eacute; a demonstra&ccedil;&atilde;o de que a ideia de vacinar, de prevenir &eacute; melhor do que remediar, no Brasil est&aacute; dando certo&rdquo;, concluiu.
* com informa&ccedil;&otilde;es do Blog do Planalto.]]></content:encoded>
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		<title>Cada conquista do povo reflete sonho dos Inconfidentes</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Apr 2011 18:45:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dilma Rousseff</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma homagem aos inconfidentes e a Tiradentes, que lutaram para construir uma na&#231;&#227;o mais pr&#243;spera e justa. Com essas palavras, a presidenta Dilma Rousseff sintetizou o esp&#237;rito do 21 de Abril, &#8220;uma das datas mais signif...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Uma homagem aos inconfidentes e a Tiradentes, que lutaram para construir uma na&ccedil;&atilde;o mais pr&oacute;spera e justa. Com essas palavras, a presidenta Dilma Rousseff sintetizou o esp&iacute;rito do 21 de Abril, &ldquo;uma das datas mais significativas da hist&oacute;ria das lutas pela emancipa&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica do Brasil&rdquo;. Nesta quinta-feira (21/4), em Ouro Preto (MG), ap&oacute;s ser condecorada com o Grande Colar, grau m&aacute;ximo da Medalha da Inconfid&ecirc;ncia, a presidenta Dilma relembrou a luta de Tiradentes e dos inconfidentes que sacrificaram a pr&oacute;pria vida em prol do sonho da democracia e da liberdade.&ldquo;Em 21 de abril de 1792, h&aacute; 219 anos, Joaquim Jos&eacute; da Silva Xavier, o nosso Tiradentes, foi executado por ter sonhado com a independ&ecirc;ncia do Brasil. O regime colonial quis punir de maneira exemplar, na pessoa de Tiradentes, a aud&aacute;cia dessa luta e desse sonho. Ao prend&ecirc;-lo, ao execut&aacute;-lo, quis extinguir para sempre o ideal mineiro e brasileiro de emancipa&ccedil;&atilde;o. Foi in&uacute;til. A revolta dos inconfidentes, que eles sufocaram, lan&ccedil;ou para sempre a semente de liberdade no cora&ccedil;&atilde;o dos brasileiros&rdquo;, disse.Para Dilma Rousseff, o ideal lan&ccedil;ado por eles se traduz na tarefa de constru&ccedil;&atilde;o de um Brasil soberano e democr&aacute;tico, a qual todos os brasileiros devem e se dedicam cotidianamente. Entretanto, lembrou a presidenta, tal tarefa ainda n&atilde;o est&aacute; inteiramente conclu&iacute;da. Ao citar a famosa frase de Tancredo Neves, &ldquo;Enquanto houver neste pa&iacute;s um s&oacute; homem sem trabalho, sem p&atilde;o, sem teto e sem letras, toda a prosperidade ser&aacute; falsa&rdquo;, a presidenta frisou que o Brasil n&atilde;o ser&aacute; pr&oacute;spero efetivamente enquanto existir mis&eacute;ria.&ldquo;Por raz&otilde;es evidentes, a mis&eacute;ria inibe o exerc&iacute;cio pleno da cidadania. O resgate da pobreza equivale a uma verdadeira emancipa&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica&rdquo;, afirmou.Ela lembrou que o Brasil, atualmente, cresce, gera empregos, distribui renda e tira milh&otilde;es de pessoas da pobreza extrema; milh&otilde;es de brasileiros e brasileiras que passam a integrar o &ldquo;contingente dos cidad&atilde;os plenos, daqueles que t&ecirc;m acesso desimpedido aos bens de consumo; &agrave; sa&uacute;de, &agrave; educa&ccedil;&atilde;o e &agrave; cultura&rdquo;, e que isso se reflete num novo grau de amadurecimento da consci&ecirc;ncia c&iacute;vica, em um ambiente de crescente liberdade. Neste caminho &ndash; continuou &ndash; entrela&ccedil;am-se o desenvolvimento e a inclus&atilde;o.Antes da cerim&ocirc;nia em comemora&ccedil;&atilde;o ao Dia 21 de Abril, a presidenta participou do sepultamento simb&oacute;lico, no Pante&atilde;o do Museu da Inconfid&ecirc;ncia de Ouro Preto, dos restos mortais de tr&ecirc;s inconfidentes: Domingos Vidal Barbosa (1761-1793), Jo&atilde;o Dias da Mota (1744-1793) e Jos&eacute; de Resende Costa (1728-1798), e de homenagem &agrave;s inconfidentes Maria Dorot&eacute;ia Joaquina de Seixas e B&aacute;rbara Eliodora Guilhermina da Silveira.&ldquo;&Eacute; em nome deles, em nome de Tiradentes, que vamos continuar construindo uma na&ccedil;&atilde;o cada vez mais pr&oacute;spera e cada vez mais justa. Em nome deles e do sopro secular de liberdade que emana aqui de Minas e de Ouro Preto que n&oacute;s temos que saber responder &agrave; indaga&ccedil;&atilde;o de Cec&iacute;lia Meireles diante do sacrif&iacute;cio de Tiradentes: &lsquo;De que alma &eacute; que vai ser feita essa humanidade nova?&rsquo;&rdquo;.A resposta a indaga&ccedil;&atilde;o de Cec&iacute;lia Meireles, a pr&oacute;pria presidenta fez quest&atilde;o de dar: &ldquo;Da alma generosa de mineiros livres, de brasileiros livres, solid&aacute;rios e pr&oacute;speros, essa &eacute; a resposta&rdquo;, concluiu Dilma Rousseff.Grande Colar - Mais alta comenda concedida pelo governo de Minas Gerais, a Medalha da Inconfid&ecirc;ncia tamb&eacute;m foi outorgada a 238 personalidades e institui&ccedil;&otilde;es que se destacaram por sua contribui&ccedil;&atilde;o ao estado e ao pa&iacute;s. Dentre os agraciados deste ano est&atilde;o os ministros da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha; da Cultura, Ana de Holanda; da Integra&ccedil;&atilde;o Nacional, Fernando Bezerra Coelho; do Planejamento, Miriam Belchior; e da Justi&ccedil;a, Jose Eduardo Cardozo; o presidente da C&acirc;mara dos Deputados, Marco Maia; e os governadores do Esp&iacute;rito Santo, Jos&eacute; Renato Casagrande; e do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini.A Medalha foi criada em 1952, durante o governo de Juscelino Kubitschek, e &eacute; entregue sempre no dia 21 de abril, com tr&ecirc;s designa&ccedil;&otilde;es: Grande Medalha, Medalha de Honra e Medalha da Inconfid&ecirc;ncia, al&eacute;m do Grande Colar, concedido a chefes de Estado.
Fonte: Blog do Planalto]]></content:encoded>
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		<title>Os desafios para os novos diplomatas brasileiros</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 15:56:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dilma Rousseff</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A presidente Dilma Rousseff falou hoje &#224; turma de 109 formandos do Instituto Rio Branco, que ser&#227;o os respons&#225;veis pela pol&#237;tica externa do Brasil nas pr&#243;ximas d&#233;cadas. Aos novos diplomatas, Dilma ressaltou os ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[A presidente Dilma Rousseff falou hoje &agrave; turma de 109 formandos do Instituto Rio Branco, que ser&atilde;o os respons&aacute;veis pela pol&iacute;tica externa do Brasil nas pr&oacute;ximas d&eacute;cadas. Aos novos diplomatas, Dilma ressaltou os avan&ccedil;os obtidos pelo governo Lula no desenvolvimento econ&ocirc;mico e na posi&ccedil;&atilde;o de destaque no cen&aacute;rio internacional.
Ao discursar na cerim&ocirc;nia de formatura, a presidenta afirmou que o grande desafio do Brasil &eacute; superar a extrema pobreza e aliar pol&iacute;tica social &agrave; econ&ocirc;mica. Segundo ele, o Brasil iniciou nos &uacute;ltimos anos um processo de integra&ccedil;&atilde;o muito importante com os vizinhos da Am&eacute;rica Latina.
&ldquo;Isso implica uma defini&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias e sabemos tamb&eacute;m que para ser um pa&iacute;s pr&oacute;spero e democr&aacute;tico precisamos assegurar educa&ccedil;&atilde;o de qualidade para todos os jovens e desenvolver a pesquisa cient&iacute;fica e tecnol&oacute;gica&rdquo;, afirmou.
A presidenta afirmou que houve nos &uacute;ltimos anos uma mudan&ccedil;a no pa&iacute;s no sentido de fazer com que as pol&iacute;tica sociais e econ&ocirc;micas passassem a caminhar juntas. &ldquo;Depois de d&eacute;cada de estagna&ccedil;&atilde;o, o Brasil iniciou um ritmo de crescimento diferente daquele do passado, com olhar para o social.&rdquo;
Dilma citou como conquistas ocorridas nos &uacute;ltimos anos a recupera&ccedil;&atilde;o da infraestrutura do pa&iacute;s, a redu&ccedil;&atilde;o da vulnerabilidade externa e o fato de o Brasil ter passado de devedor a credor internacional.
* com informa&ccedil;&otilde;es da Ag&ecirc;ncia Brasil.]]></content:encoded>
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		<title>Estou confiante na cooperação entre Brasil e China</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 13:48:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dilma Rousseff</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A mudan&#231;a do perfil das exporta&#231;&#245;es da ind&#250;stria brasileira para a China foi um dos pontos abordados pela presidenta Dilma Rousseff no programa &#8220;Caf&#233; com a Presidenta&#8221;, transmitido pela R&#225;dio Nacion...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[A mudan&ccedil;a do perfil das exporta&ccedil;&otilde;es da ind&uacute;stria brasileira para a China foi um dos pontos abordados pela presidenta Dilma Rousseff no programa &ldquo;Caf&eacute; com a Presidenta&rdquo;, transmitido pela R&aacute;dio Nacional na manh&atilde; desta segunda-feira (18/4). De acordo com a presidenta, que na semana passada esteve em visita oficial &agrave; China, as reuni&otilde;es ocorridas neste pa&iacute;s asi&aacute;tico permitiram &ldquo;um salto de qualidade nas nossas rela&ccedil;&otilde;es.&rdquo;
&ldquo;Mas, ainda, queremos mais. Hoje, n&oacute;s vendemos muita mat&eacute;ria-prima para a China, queremos vender a mat&eacute;ria-prima, mas tamb&eacute;m queremos vender os produtos mais elaborados. Vou explicar um exemplo: o produto que mais vendemos para os chineses &eacute; o min&eacute;rio de ferro. Queremos, tamb&eacute;m, vender a&ccedil;o e mesmo produtos acabados de a&ccedil;o. Estou muito confiante na coopera&ccedil;&atilde;o m&uacute;tua entre o Brasil e a China.&rdquo;
Na avalia&ccedil;&atilde;o da presidenta Dilma, &ldquo;a viagem foi bastante proveitosa&rdquo;. E prosseguiu: &ldquo;eu diria que foi muito bem sucedida, porque n&oacute;s alcan&ccedil;amos os nossos principais objetivos: o de abrir as portas para que mais produtos brasileiros, produtos mais elaborados entrassem na China; e trabalharmos juntos em &aacute;reas importantes, como a de ci&ecirc;ncia e tecnologia.&rdquo;
&ldquo;Assinamos 20 acordos com o governo chin&ecirc;s. Alguns para desenvolvermos pesquisa nessa &aacute;rea &ndash; ci&ecirc;ncia e tecnologia &ndash; e tamb&eacute;m fecharmos bons neg&oacute;cios com empres&aacute;rios, que v&atilde;o investir mais no Brasil.&rdquo;
Mais investimentos
A presidenta explicou que os investimentos anunciados, &ldquo;al&eacute;m de trazer dinheiro e novas tecnologias, tamb&eacute;m v&atilde;o gerar emprego para milhares de trabalhadores&rdquo;. Ela apresentou alguns exemplos: &ldquo;a ZTE, que &eacute; uma grande empresa estatal chinesa que produz equipamentos para a &aacute;rea de comunica&ccedil;&atilde;o. A ZTE vai construir uma nova f&aacute;brica, com investimento de mais R$ 350 milh&otilde;es, gerando milhares de novos empregos em Hortol&acirc;ndia, no interior de S&atilde;o Paulo. Outro exemplo, foi a Foxconn, que &eacute; uma grande empresa, l&iacute;der no setor de componentes para computadores, celulares e televisores. Esta empresa prop&ocirc;s, e n&oacute;s vamos come&ccedil;ar as negocia&ccedil;&otilde;es, para a instala&ccedil;&atilde;o de uma f&aacute;brica no Brasil que ir&aacute; produzir telas de celulares, telas de televisores e telas de tablets.&rdquo;
&ldquo;N&oacute;s n&atilde;o achamos que ser&aacute; f&aacute;cil. N&oacute;s vamos ter muito trabalho pela frente, vamos ter de formar brasileiros e brasileiras capacitados para trabalhar nesta &aacute;rea de tecnologia de informa&ccedil;&atilde;o. Mas uma coisa &eacute; certa: as empresas n&atilde;o est&atilde;o vindo para c&aacute; por acaso. No ano passado, o Brasil foi o terceiro pa&iacute;s que mais vendeu computador no mundo, e isso significa um grande mercado potencial.&rdquo;
Embraer
Outro fator importante, segundo explicou na entrevista, &eacute; que a produ&ccedil;&atilde;o no Brasil ter&aacute; como consequ&ecirc;ncia baratear os equipamentos. Numa outra vertente, empresas brasileiras estar&atilde;o exportando carne de porco e fabricando avi&otilde;es para atender o mercado chin&ecirc;s. A Embraer fechou acordos para produ&ccedil;&atilde;o do Legacy e a venda de 35 avi&otilde;es da fam&iacute;lia B-190 que v&atilde;o gerar em torno de US$ 1 bilh&atilde;o para o Brasil.
&ldquo;Desde 2004, quando o presidente Lula esteve pela primeira vez na China, n&oacute;s evolu&iacute;mos muito no volume do nosso com&eacute;rcio, e a China tornou-se o nosso maior parceiro comercial. Essa parceria tem sido boa em v&aacute;rios setores. N&oacute;s realizamos, por exemplo, v&aacute;rias pesquisas e iniciativas na &aacute;rea de sat&eacute;lite, lan&ccedil;amos, juntos, tr&ecirc;s sat&eacute;lites, e agora vamos lan&ccedil;ar o quarto e o quinto. Esses sat&eacute;lites servem para acompanhar a agricultura, ver como est&aacute; a lavoura e, tamb&eacute;m, monitorar a Amaz&ocirc;nia. E essa parceria vai ser muito importante para a implanta&ccedil;&atilde;o do nosso programa de preven&ccedil;&atilde;o de cat&aacute;strofes.&rdquo;
A presidenta tamb&eacute;m considerou &ldquo;muito importante&rdquo; a reuni&atilde;o dos BRICS oportunidade em que se debateu &ldquo;temas importantes para os pa&iacute;ses em desenvolvimento, como o combate &agrave; pobreza, um com&eacute;rcio mundial mais equilibrado e o controle da especula&ccedil;&atilde;o financeira, respons&aacute;vel pela crise&rdquo;. Ela afirmou ter sido importante o fato de o Brasil ter sido convidado para participar do F&oacute;rum de Boao, que re&uacute;ne todos os governos, os empres&aacute;rios e as lideran&ccedil;as da &Aacute;sia.
Fonte: Blog do Planalto.]]></content:encoded>
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		<title>Brasil está aberto a investidores asiáticos</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 13:26:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dilma Rousseff</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[A presidenta Dilma Rousseff aproveitou o discurso de abertura do F&oacute;rum Boao, na China, para apresentar um Brasil disposto a receber investimentos estrangeiros. Durante quase 13 minutos, a presidenta Dilma mostrou um pa&iacute;s de grandes oportunidades como as obras de infraestrutura inclu&iacute;das no Programa de Acelera&ccedil;&atilde;o do Crescimento (PAC), do pr&eacute;-sal, da Copa do Mundo 2014 e dos Jogos Ol&iacute;mpicos 2016.
Dilma Rousseff contou tamb&eacute;m sobre programas sociais implantados pelo governo federal, como o Bolsa Fam&iacute;lia, e o firme prop&oacute;sito para os pr&oacute;ximos anos de erradicar a pobreza. &ldquo;Por isso, existem grandes oportunidades no Brasil. Tamb&eacute;m estamos ampliando nossos investimentos em ci&ecirc;ncia, tecnologia e inova&ccedil;&atilde;o, bem como na constru&ccedil;&atilde;o de um desenvolvimento ambientalmente sustent&aacute;vel. N&oacute;s hoje combinamos estabilidade econ&ocirc;mica, crescimento acelerado, projeto estrat&eacute;gico de desenvolvimento, impulso &agrave; ci&ecirc;ncia, tecnologia e inova&ccedil;&atilde;o, inclus&atilde;o social e distribui&ccedil;&atilde;o de renda, Estado de direito democr&aacute;tico, estabilidade pol&iacute;tica, compromisso com os direitos humanos e com a sustentabilidade ambiental e um profundo sentimento de autoestima de nosso povo.&rdquo;
Ao terminar o pronunciamento, a presidenta brasileira disse esperar que o 10&ordm; F&oacute;rum de Boao &ldquo;se fortale&ccedil;a e que tamb&eacute;m se fortale&ccedil;a a determina&ccedil;&atilde;o de romper paradigmas para aperfei&ccedil;oar um di&aacute;logo pioneiro entre Estados, sociedades, empresas e institui&ccedil;&otilde;es, para juntos vencermos os desafios de construir um mundo com as nossas melhores tradi&ccedil;&otilde;es de humanidade, de paz e de solidariedade&rdquo;.
Participaram ainda da cerim&ocirc;nia os presidentes Hu Jintao, da China; Jacob Zuma, da &Aacute;frica do Sul e Dmitri Medvedev, da R&uacute;ssia; os primeiros-ministros da Coreia do Sul, Kim Hwang-Sik; da Espanha, Jos&eacute; Luis Rodr&iacute;guez Zapatero; e da Ucr&acirc;nia, Mykola Azarov; al&eacute;m do vice-primeiro ministro da Nova Zel&acirc;ndia, Bill English.
Terremoto no Jap&atilde;o
Em seguida, a presidenta brasileira apresentou votos de pesar aos povos do Jap&atilde;o e da Nova Zel&acirc;ndia, que passaram por recentes &ldquo;eventos naturais&rdquo;, como terremoto seguido de tsunami. Neste momento, Dilma Rousseff informou que ap&oacute;s os compromissos na China, o ministro das Rela&ccedil;&otilde;es Exteriores, Antonio Patriota, visitar&aacute; o Jap&atilde;o para &ldquo;expressar ao governo japon&ecirc;s a nossa solidariedade e disposi&ccedil;&atilde;o de apoio&rdquo;.
Ap&oacute;s apresentar seus sentimentos aos dois povos, a presidenta tratou, no discurso, da parte econ&ocirc;mica lembrando que &ldquo;o mundo atravessa um per&iacute;odo de profundas transforma&ccedil;&otilde;es&rdquo;. A multipolaridade econ&ocirc;mica e comercial avan&ccedil;a, segundo ela, deslocando velhas hegemonias e paradigmas. Esse processo abre espa&ccedil;o para um novo dinamismo, no qual a &Aacute;sia &eacute; um polo emergente e a Am&eacute;rica Latina desponta como espa&ccedil;o econ&ocirc;mico relevante. Lembrou tamb&eacute;m da recente crise financeira mundial de 2008.&ldquo;Hoje a economia mundial est&aacute; em recupera&ccedil;&atilde;o, mas com velocidades diferentes de crescimento entre pa&iacute;ses avan&ccedil;ados e em desenvolvimento. Esta assimetria tem gerado desafios para a administra&ccedil;&atilde;o de nossas economias. De um lado, a expans&atilde;o da liquidez por parte dos pa&iacute;ses avan&ccedil;ados pressiona a infla&ccedil;&atilde;o mundial e aprecia as moedas de v&aacute;rios pa&iacute;ses, sobretudo dos exportadores de commodities, ao mesmo tempo em que promove a inseguran&ccedil;a alimentar e energ&eacute;tica em outras na&ccedil;&otilde;es.&rdquo; Dilma Rouseff assegurou tamb&eacute;m ser favor&aacute;vel ao controle da infla&ccedil;&atilde;o e &agrave; estabilidade fiscal. &ldquo;Eu gostaria de destacar que, para n&oacute;s, o controle da infla&ccedil;&atilde;o e a estabilidade s&atilde;o fundamentais para a recupera&ccedil;&atilde;o da economia mundial&rdquo;, manifestou.
&ldquo;Mas isso tem que ter como objetivo criar condi&ccedil;&otilde;es para o crescimento econ&ocirc;mico, para a inclus&atilde;o social, sobretudo naqueles pa&iacute;ses onde parcelas enormes da popula&ccedil;&atilde;o ainda vivem em situa&ccedil;&atilde;o de pobreza ou de pobreza extrema. Desenvolver com inclus&atilde;o social &ndash; que &eacute; o tema deste F&oacute;rum &ndash; &eacute; a quest&atilde;o chave para todos n&oacute;s, mulheres e homens do s&eacute;culo XXI. Os movimentos em todo o Oriente M&eacute;dio e no Norte da &Aacute;frica evidenciam que as pessoas est&atilde;o carentes de inclus&atilde;o social. Eu acredito que n&atilde;o haver&aacute; crescimento sustentado e est&aacute;vel de longo prazo sem fortes programas de inclus&atilde;o social, redu&ccedil;&atilde;o de desigualdades e participa&ccedil;&atilde;o.&rdquo;
Redu&ccedil;&atilde;o da pobrezaA presidenta disse tamb&eacute;m que &eacute; importante conjugar o crescimento econ&ocirc;mico com melhora na distribui&ccedil;&atilde;o de renda; passou pela consolida&ccedil;&atilde;o da macroeconomia e explicou sobre a rede de prote&ccedil;&atilde;o social como programas de distribui&ccedil;&atilde;o de renda, aumentos do sal&aacute;rio real e de universaliza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os p&uacute;blicos.
"Citando alguns exemplos: na &aacute;rea de combate &agrave; pobreza e educa&ccedil;&atilde;o criamos o Bolsa Fam&iacute;lia, um dos maiores programas de renda do mundo, que elevou a renda de milh&otilde;es de pessoas. Ampliamos o acesso ao ensino b&aacute;sico, criamos mecanismos de financiamento que garantiram o acesso a milh&otilde;es&hellip; milhares de jovens de baixa renda ao ensino superior. Elevamos o nosso investimento e levamos &agrave; popula&ccedil;&atilde;o rural eletricidade, beneficiando milh&otilde;es e milh&otilde;es de fam&iacute;lias. Na habita&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m iniciamos um grande programa de constru&ccedil;&atilde;o de casas.&rdquo;
]Dilma Rousseff destacou tamb&eacute;m outro ponto de grande import&acirc;ncia para o governo brasileiro: a amplia&ccedil;&atilde;o do investimento e do consumo. Isso permitiu ao pa&iacute;s, segundo ela, sair de forma r&aacute;pida e consistente da grave crise econ&ocirc;mica internacional. No setor financeiro, ampliamos o acesso ao cr&eacute;dito. Com isso, fortalecemos a nossa economia e geramos mais de 15 milh&otilde;es de empregos formais. Nos primeiros tr&ecirc;s meses deste ano, mantivemos o mesmo ritmo de gera&ccedil;&atilde;o de emprego.
&ldquo;Foi o aumento do emprego e da renda que viabilizou a constru&ccedil;&atilde;o de um mercado interno de consumo de massas, capaz de sustentar o crescimento de nossa economia e gerar &oacute;timas oportunidades de investimento para o capital privado. Enfim, a democratiza&ccedil;&atilde;o do cr&eacute;dito, a eleva&ccedil;&atilde;o da renda do trabalho, as transfer&ecirc;ncias de renda, a universaliza&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os e investimentos em infraestrutura retiraram 36 milh&otilde;es de pessoas da pobreza num pa&iacute;s de 190 milh&otilde;es e expandiu a classe m&eacute;dia brasileira.&rdquo;
* com informa&ccedil;&otilde;es do Blog do Planalto.]]></content:encoded>
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		<title>Dilma defende mudanças em organismos internacionais</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 17:05:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dilma Rousseff</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ap&#243;s participa&#231;&#227;o na 3&#170; C&#250;pula dos BRICS, em Sanya, China, nesta quinta-feira, a presidenta Dilma Rousseff afirmou que Brasil, R&#250;ssia, &#205;ndia, China e &#193;frica do Sul est&#227;o engajados no crescime...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Ap&oacute;s participa&ccedil;&atilde;o na 3&ordf; C&uacute;pula dos BRICS, em Sanya, China, nesta quinta-feira, a presidenta Dilma Rousseff afirmou que Brasil, R&uacute;ssia, &Iacute;ndia, China e &Aacute;frica do Sul est&atilde;o engajados no crescimento econ&ocirc;mico com justi&ccedil;a social e no desenvolvimento ambientalmente sustent&aacute;vel de suas economias.
Em sua fala de pouco mais de cinco minutos, a presidenta frisou a necessidade de reformula&ccedil;&atilde;o do Conselho de Seguran&ccedil;a das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, do Fundo Monet&aacute;rio Internacional e do Banco Mundial.
Ela ressaltou, ainda, que a cria&ccedil;&atilde;o do G20 representou um avan&ccedil;o e um primeiro sinal de reconhecimento da necessidade de mudan&ccedil;as na governan&ccedil;a global e que os BRICS querem intensificar a coordena&ccedil;&atilde;o nos temas tratados no &acirc;mbito do G20, &ldquo;mantendo a abertura ao di&aacute;logo no que se refere &agrave;s aspira&ccedil;&otilde;es de todos os pa&iacute;ses em desenvolvimento&rdquo;.
"Sabemos que nenhuma na&ccedil;&atilde;o, por mais poderosa que seja, pode superar seus desafios sozinha. Queremos somar esfor&ccedil;os para promovermos nossas rela&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;mico-comerciais, cient&iacute;ficas e tecnol&oacute;gicas, educacionais e culturais (&hellip;). Crescemos com distribui&ccedil;&atilde;o de renda, equil&iacute;brio macroecon&ocirc;mico e redu&ccedil;&atilde;o de vulnerabilidade externa. Acreditamos que a prosperidade verdadeira s&oacute; pode ser a prosperidade compartilhada por todos&rdquo;, disse.
Dilma Rousseff comemorou a entrada da &Aacute;frica do Sul no bloco e parabenizou o presidente sul-africano, Jacob Zuma, pela realiza&ccedil;&atilde;o da C&uacute;pula do Clima de Durban, em 2011. &ldquo;Seremos n&oacute;s, o Brasil, a recolher a pr&oacute;xima confer&ecirc;ncia do clima em 2012 na Rio +20&rdquo;, continuou.
Outro desafio elencado para o &acirc;mbito dos BRICS, na opini&atilde;o da presidenta, &eacute; incentivar a educa&ccedil;&atilde;o de qualidade, que resultar&aacute; em maior capacidade de inova&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento cient&iacute;fico e tecnol&oacute;gico &ldquo;para assegurar uma inser&ccedil;&atilde;o soberana na economia global, cada vez mais interdependente&rdquo;.
&ldquo;Ademais, estamos cientes de que a paz e seguran&ccedil;a est&atilde;o intimamente associadas ao combate &agrave; fome, ao desenvolvimento e &agrave; cria&ccedil;&atilde;o de oportunidades para homens e mulheres e, em especial, para os jovens&rdquo;, lembrou. Ao finalizar seu discurso, Dilma Rousseff agradeceu &ldquo;a parte chinesa pela lideran&ccedil;a demonstrada na c&uacute;pula&rdquo; e informou que o Brasil antecipa a participa&ccedil;&atilde;o na pr&oacute;xima reuni&atilde;o dos BRICS na &Iacute;ndia, em 2012.
Declara&ccedil;&atilde;o conjunta
No encerramento da reuni&atilde;o, foi divulgada a &ldquo;Declara&ccedil;&atilde;o de Sanya&rdquo;, documento em que os integrantes do bloco de pa&iacute;ses emergentes manifestam posi&ccedil;&atilde;o sobre temas dos mais diversos. O texto come&ccedil;a com a explica&ccedil;&atilde;o da montagem do grupo que &ldquo;visa a contribuir para o desenvolvimento da humanidade e para o estabelecimento de um mundo mais justo e equ&acirc;nime&rdquo;. &ldquo;&Eacute; o forte desejo comum por paz, seguran&ccedil;a, desenvolvimento e coopera&ccedil;&atilde;o que uniu os pa&iacute;ses do BRICS, com uma popula&ccedil;&atilde;o de cerca 3 bilh&otilde;es de cidad&atilde;os de diferentes continentes.&rdquo;
E prossegue: &ldquo;O s&eacute;culo XXI deve ser marcado pela paz, harmonia, coopera&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento cient&iacute;fico. Sob o tema &ldquo;Vis&atilde;o Ampla, Prosperidade Compartilhada&rdquo;, conduzimos discuss&otilde;es francas e aprofundadas, alcan&ccedil;ando abrangente consenso sobre o fortalecimento da coopera&ccedil;&atilde;o no BRICS, bem como sobre a promo&ccedil;&atilde;o da coordena&ccedil;&atilde;o em quest&otilde;es internacionais e regionais de interesse comum&rdquo;.
O documento diz tamb&eacute;m que &ldquo;nos planos econ&ocirc;mico, financeiro e de desenvolvimento, o BRICS &eacute; uma importante plataforma de di&aacute;logo e coopera&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Estamos determinados, segundo o texto, a refor&ccedil;ar a parceria BRICS para o desenvolvimento comum e a avan&ccedil;ar, de forma gradual e pragm&aacute;tica, a coopera&ccedil;&atilde;o intrabloco, refletindo os princ&iacute;pios de transpar&ecirc;ncia, solidariedade e assist&ecirc;ncia m&uacute;tua.
O documento cont&eacute;m 32 t&oacute;picos passando pelo pelo compartilhamento de que &ldquo;o mundo est&aacute; passando por amplas, complexas e profundas mudan&ccedil;as, marcadas pelo fortalecimento da multipolaridade, pela globaliza&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica e pela crescente interdepend&ecirc;ncia&rdquo;, o compromisso dos pa&iacute;ses com a diplomacia multilateral, bem como o fato de &ldquo;China e R&uacute;ssia reiteram a import&acirc;ncia que atribuem a Brasil, &Iacute;ndia e &Aacute;frica do Sul em assuntos internacionais, e compreendem e apoiam sua aspira&ccedil;&atilde;o de desempenhar papel mais protag&ocirc;nico nas Na&ccedil;&otilde;es Unidas&rdquo;.
* com informa&ccedil;&otilde;es do Blog do Planalto.
&nbsp;
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		<title>Brasil vai ter juros compatíveis com padrão internacional</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 12:28:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dilma Rousseff</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A presidenta Dilma Rousseff afirmou ontem, em entrevista coletiva concedida ap&#243;s jantar oferecido pelo presidente da China, Hu Jintao, em Pequim, que o governo brasileiro est&#225; consciente e alerta em rela&#231;&#227;o &#224; quest&#38;at...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[A presidenta Dilma Rousseff afirmou ontem, em entrevista coletiva concedida ap&oacute;s jantar oferecido pelo presidente da China, Hu Jintao, em Pequim, que o governo brasileiro est&aacute; consciente e alerta em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; quest&atilde;o cambial e que est&aacute; &ldquo;tomando as medidas necess&aacute;rias para que isso n&atilde;o se transforme num problema maior do que j&aacute; &eacute;&rdquo;. A presidenta admitiu, ainda, que o Brasil opera com taxas de juros mais elevadas que as do resto do mundo, mas que, ao longo de seu governo, ir&aacute; perseguir uma taxa de juros compat&iacute;vel com as taxas internacionais.
&ldquo;Eu n&atilde;o estou dizendo que vou derrubar os juros depois de amanh&atilde;; estou dizendo que num horizonte de quatro anos &eacute; poss&iacute;vel sim, perfeitamente. Esse &eacute; o grande desafio que o Brasil vai ter que enfrentar pelo menos dessa vez&rdquo;, frisou.

A presidenta ressaltou, ainda, que manteve durante o encontro com o presidente Hu Jintao a mesma manifesta&ccedil;&atilde;o na quest&atilde;o de direitos humanos que manteve com os Estados Unidos, na ocasi&atilde;o da visita do presidente Barack Obama ao Brasil, e completou: &ldquo;Todos os pa&iacute;ses t&ecirc;m problemas de direitos humanos. N&oacute;s sempre come&ccedil;amos a falar dos nossos &ndash; n&oacute;s temos problemas de direitos humanos; todos os pa&iacute;ses t&ecirc;m. Nossa posi&ccedil;&atilde;o sobre direitos humanos nessa quest&atilde;o est&aacute; expressa na nossa nota conjunta, assim como a posi&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao caso recente da nossa nota conjunta com os Estados Unidos&rdquo;, disse.
Na nota conjunta Brasil e China, mencionada pela presidenta e divulgada hoje mais cedo pelo Minist&eacute;rio das Rela&ccedil;&otilde;es Exteriores, os dois pa&iacute;ses se comprometeram a fortalecer consultas bilaterais em mat&eacute;ria de direitos humanos, promover o interc&acirc;mbio de experi&ecirc;ncias e boas pr&aacute;ticas e avaliar a cria&ccedil;&atilde;o de um mecanismo de coopera&ccedil;&atilde;o dedicado aos temas sociais.V&iacute;deo da entrevista -- segunda parte
Segundo o Itamaraty, Brasil e China decidiram intensificar a coopera&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea social, em especial sobre pol&iacute;ticas e programas de combate &agrave; pobreza e, neste sentido, decidiram criar o grupo de trabalho sobre temas sociais e combate &agrave; pobreza. O GT ser&aacute; liderado, do lado brasileiro, pelo Minist&eacute;rio do Desenvolvimento Social e Combate &agrave; Fome e outros &oacute;rg&atilde;os competentes, e, do lado chin&ecirc;s, pelo Gabinete de Pol&iacute;ticas de Combate &agrave; Pobreza do Conselho de Estado.
Exporta&ccedil;&otilde;es
Durante a entrevista, a presidenta Dilma Rousseff elogiou a disposi&ccedil;&atilde;o do presidente chin&ecirc;s em abrir mais espa&ccedil;o para produtos brasileiros manufaturados e disse tamb&eacute;m que Hu Jintao tem &ldquo;uma consci&ecirc;ncia muito clara da quest&atilde;o relativa &agrave; necessidade de o Brasil e a China passarem para uma nova etapa de relacionamento&rdquo;.
&ldquo;O presidente Hu Jintao tamb&eacute;m se mostrou extremamente consciente da import&acirc;ncia que tem, para a nossa parceria, [a inser&ccedil;&atilde;o de] mecanismos mais amplos. Primeiro a quest&atilde;o do valor agregado, de a China abrir espa&ccedil;o para o Brasil no que se refere &agrave; valor agregado. E a&iacute; uma das coisas que n&oacute;s temos que comemorar &eacute; o fato de que se definiu a ida ao Brasil de uma miss&atilde;o de compra &ndash; aquelas miss&otilde;es que voc&ecirc; manda aos pa&iacute;ses para avaliar quais s&atilde;o as oportunidades de importa&ccedil;&atilde;o em setores manufatureiros &ndash; e fazer com que de fato o nosso relacionamento tenha maior densidade econ&ocirc;mica&rdquo;.
Segundo a presidenta, a miss&atilde;o, liderada pelo ministro de com&eacute;rcio da China, Chen Deming, chegar&aacute; ao Brasil em maio de 2011.
A presidente Dilma anunciou tamb&eacute;m um projeto de investimento na &aacute;rea de tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o no Brasil pela Foxconn de US$ 12 bilh&otilde;es em seis anos. O investimento &ndash; firmado durante audi&ecirc;ncia com o presidente da Foxconn, Terry Gou -- seria para a instala&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o de telas usadas em equipamentos como celulares de terceira gera&ccedil;&atilde;o e iPads. A Foxconn &eacute; o maior fornecedor de produtos da Apple na China.
Dilma Rousseff destacou ainda temas como a pareceria sino-brasileira na gera&ccedil;&atilde;o de energia limpa, a presen&ccedil;a, pela primeira vez, dos integrantes do BRICs (Brasil, R&uacute;ssia, &Iacute;ndia e China) como membros n&atilde;o-permanentes no Conselho de Seguran&ccedil;a das Na&ccedil;&otilde;es Unidas e a expectativa para a reuni&atilde;o do bloco de pa&iacute;ses, que acontece na amanh&atilde;, em Sanya, China.
Fonte: Blog do Planalto.
&nbsp;]]></content:encoded>
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		<title>Encontros para aproximar ainda mais o Brasil e a China</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 16:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dilma Rousseff</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Em clima cordial e amistoso&#8221;, a presidenta Dilma Rousseff e o presidente da China, Hu Jintao, se reuniram hoje em Pequim e discutiram as rela&#231;&#245;es bilaterais, temas regionais e internacionais de interesse comum. Na ocasi&#38;atild...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[&ldquo;Em clima cordial e amistoso&rdquo;, a presidenta Dilma Rousseff e o presidente da China, Hu Jintao, se reuniram hoje em Pequim e discutiram as rela&ccedil;&otilde;es bilaterais, temas regionais e internacionais de interesse comum. Na ocasi&atilde;o, segundo o Itamaraty, os presidentes avaliaram positivamente a parceria estrat&eacute;gica Brasil-China, &ldquo;dois grandes pa&iacute;ses em desenvolvimento que t&ecirc;m atua&ccedil;&atilde;o crescente em suas respectivas regi&otilde;es e no plano internacional&rdquo;.
Dilma Rousseff e Hu Jintao reiteraram o compromisso de continuar a avaliar e promover o desenvolvimento das rela&ccedil;&otilde;es bilaterais com vis&atilde;o estrat&eacute;gica e de longo alcance; de manter estreito contato para fortalecer a confian&ccedil;a m&uacute;tua; promover ativamente o interc&acirc;mbio e a coopera&ccedil;&atilde;o entre os &oacute;rg&atilde;os dos poderes legislativo e judici&aacute;rio, entre partidos pol&iacute;ticos, e estimular a amplia&ccedil;&atilde;o da rede de cidades e estados irm&atilde;os.
Os presidentes deram ainda grande import&acirc;ncia ao papel positivo desempenhado pela Comiss&atilde;o Sino-Brasileira de Alto N&iacute;vel de Coopera&ccedil;&atilde;o e Concerta&ccedil;&atilde;o (Cosban) na orienta&ccedil;&atilde;o e coordena&ccedil;&atilde;o da coopera&ccedil;&atilde;o bilateral em suas diversas &aacute;reas.
&ldquo;As rela&ccedil;&otilde;es sino-brasileiras adquirem cada vez mais conte&uacute;do estrat&eacute;gico e significado global&rdquo;, ressalta a nota.
Durante a reuni&atilde;o, os chefes de Estado definiram que a II reuni&atilde;o da Cosban ser&aacute; realizada no Brasil, no segundo semestre de 2011, &ldquo;e realizar tempestivamente reuni&otilde;es de suas subcomiss&otilde;es, o que contribuir&aacute; para a progressiva implementa&ccedil;&atilde;o do PAC&rdquo;. Manifestaram, ainda, satisfa&ccedil;&atilde;o com a implementa&ccedil;&atilde;o do Plano de A&ccedil;&atilde;o Conjunta 2010-2014 entre os dois governos e enfatizaram a necessidade de continu&aacute;-la de forma acelerada.

Acordos
Ap&oacute;s o encontro, Dilma Rousseff e Hu Jintao participaram de cerim&ocirc;nia de assinatura de atos. Os documentos firmam coopera&ccedil;&atilde;o nas &aacute;reas de pol&iacute;tica, defesa, ci&ecirc;ncia e tecnologia, recursos h&iacute;dricos, inspe&ccedil;&atilde;o e quarentena, esporte, educa&ccedil;&atilde;o, agricultura, energia, energia el&eacute;trica, telecomunica&ccedil;&otilde;es e aeron&aacute;utica, entre outros.
Ainda de acordo com o MRE, os presidentes consideraram positivamente os resultados alcan&ccedil;ados com a visita, cujo sucesso contribuir&aacute; para dar renovado impulso ao desenvolvimento da Parceria Estrat&eacute;gica Brasil-China.Conclu&iacute;da esta etapa de reuni&otilde;es, foi realizado banquete oficial oferecido pelo presidente da China, Hu Jintao, &agrave; presidenta Dilma Rousseff. O jantar aconteceu no Sal&atilde;o Oeste do Grande Pal&aacute;cio do Povo.
Rela&ccedil;&atilde;o equilibrada
No encerramento do semin&aacute;rio empresarial Brasil-China: Para Al&eacute;m da Complementaridade, em Pequim, a presidenta Dilma Rousseff assegurou que a estabilidade e o crescimento da economia mundial &ldquo;dependem de uma rela&ccedil;&atilde;o equilibrada entre as partes&rdquo;. Antes, a presidenta esteve na cerim&ocirc;nia de abertura do Di&aacute;logo de Alto N&iacute;vel Brasil-China em Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&ccedil;&atilde;o.
&ldquo;No mundo interdependente de nossos dias, nenhum pa&iacute;s pode aspirar ao isolamento nem assegurar sua prosperidade &agrave; expensa de outros. Nenhuma na&ccedil;&atilde;o ou grupo de na&ccedil;&otilde;es podem agir como se seus interesses individuais estivessem acima do interesse coletivo. A estabilidade e o crescimento da economia mundial dependem de uma rela&ccedil;&atilde;o equilibrada entre as partes. Minha visita &agrave; China inaugura um novo cap&iacute;tulo em nossas rela&ccedil;&otilde;es bilaterais.&rdquo;
Mais cedo, a presidenta Dilma defendeu que Brasil e China devem firmar parcerias comerciais nas mais diversas &aacute;reas, durante participa&ccedil;&atilde;o na cerim&ocirc;nia de abertura do Di&aacute;logo de Alto N&iacute;vel Brasil &ndash; China em Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&ccedil;&atilde;o. A solenidade foi realizada no Complexo Diaoyutai, em Pequim.
Durante o semin&aacute;rio, a presidenta Dilma destacou o car&aacute;ter estrat&eacute;gico da parceria com a China: &ldquo;Nossas rela&ccedil;&otilde;es s&atilde;o s&oacute;lidas e alcan&ccedil;amos, de certa forma, maturidade. No entanto, o Brasil, e tenho certeza tamb&eacute;m a China, vai inaugurar uma nova etapa nessas rela&ccedil;&otilde;es, um salto de qualidade num modelo de coopera&ccedil;&atilde;o que tivemos at&eacute; agora.&rdquo;
A presidenta defendeu ainda um respaldo institucional para a parceria sino-brasileira, para que se d&ecirc; express&atilde;o m&aacute;xima ao car&aacute;ter estrat&eacute;gica das rela&ccedil;&otilde;es. No fim do discurso, ela afirmou que o futuro dos dois pa&iacute;ses &eacute; promissor e elogiou o valor dado pela China &agrave; Ci&ecirc;ncia e Tecnologia durante o 12&ordm; Plano Quinquenal.
De igual para igual
Dilma chegou na segunda-feira a Pequim para uma visita de seis dias, cujo objetivo &eacute; tentar aprimorar a rela&ccedil;&atilde;o do Brasil com a China.
Em um dos primeiros resultados, o Minist&eacute;rio da Agricultura anunciou nesta segunda-feira que a China autorizou tr&ecirc;s frigor&iacute;ficos brasileiros a exportar carne de porco para o mercado chin&ecirc;s. Al&eacute;m disso, tamb&eacute;m foi anunciado que a empresa chinesa Huawei vai investir cerca de US$ 300 milh&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o de um centro de pesquisa e desenvolvimento em Campinas, interior de S&atilde;o Paulo.
A visita de Dilma come&ccedil;ou com o an&uacute;ncio de um poss&iacute;vel acordo que pode evitar o fechamento da f&aacute;brica da Embraer em Harbin, um dos pontos mais pol&ecirc;micos da rela&ccedil;&atilde;o entre os dois pa&iacute;ses. A f&aacute;brica corria o risco de ficar ociosa e fechar as portas em breve.
* com informa&ccedil;&otilde;es do Blog do Planalto.]]></content:encoded>
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		<title>Começa a viagem da presidenta Dilma pela China</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 12:08:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dilma Rousseff</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[A presidenta Dilma Rousseff desembarcou nesta segunda-feira, em Pequim, China, em sua primeira visita oficial ao continente asi&aacute;tico. Em cerim&ocirc;nia de chegada, a presidenta Dilma foi recebida pela diplomacia dos dois pa&iacute;ses. Al&eacute;m disso, a presidenta recebeu flores.
Na capital chinesa, Dilma Rousseff participar&aacute; do &ldquo;Di&aacute;logo de Alto N&iacute;vel Brasil &ndash; China em Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&ccedil;&atilde;o&rdquo; e do &ldquo;Semin&aacute;rio Empresarial Brasil &ndash; China: Para Al&eacute;m da Complementaridade&rdquo;. Estes encontros reunir&atilde;o cerca de 800 empres&aacute;rios brasileiros chineses para discutir a amplia&ccedil;&atilde;o do com&eacute;rcio entre os dois pa&iacute;ses.
Ainda em Pequim, a presidenta ter&aacute; uma s&eacute;rie de encontros com o presidente da Rep&uacute;blica Chinesa, Hu Jintao, onde ser&atilde;o discutidos o fortalecimento do relacionamento pol&iacute;tico e econ&ocirc;mico bilateral e assinados atos nas &aacute;reas de ci&ecirc;ncia e tecnologia, defesa, agricultura, energia, educa&ccedil;&atilde;o, esportes, entre outras. No campo empresarial, ser&atilde;o celebrados atos nos setores de energia, telecomunica&ccedil;&otilde;es e eletr&ocirc;nica.
A presidenta Dilma manter&aacute;, tamb&eacute;m, encontros com o presidente do Comit&ecirc; Permanente da Assembl&eacute;ia Nacional Popular, Wu Bangguo, e com o primeiro-ministro Wen Jiabao. O objetivo da visita oficial &agrave; China, segundo o Minist&eacute;rio das Rela&ccedil;&otilde;es Exteriores (MRE), &eacute; discutir &ldquo;o aprofundamento da parceria estrat&eacute;gica sino-brasileira, com foco na ampla agenda bilateral, em particular com&eacute;rcio, investimentos e ci&ecirc;ncia e tecnologia e em temas da agenda multilateral&rdquo;.
A China &eacute; o maior parceiro comercial do Brasil, com interc&acirc;mbio de US$ 56 bilh&otilde;es em 2010, o que representou crescimento de 52,7% em rela&ccedil;&atilde;o a 2009. O saldo comercial foi favor&aacute;vel ao Brasil em 2010, em mais de US$ 5 bilh&otilde;es. Em 2010, a China foi igualmente o maior investidor estrangeiro no Brasil.
O Itamaraty divulgou nota com o programa da visita &agrave; Pequim.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Segunda-feira, 11 de abril de 2011&nbsp;&nbsp;&nbsp; 10h30 &ndash; Chegada da presidenta Dilma Rousseff a Pequim&nbsp;&nbsp;&nbsp; Local: Aeroporto Internacional de Pequim&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cobertura: imprensa credenciada&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ter&ccedil;a-feira, 12 de abril de 2011&nbsp;&nbsp;&nbsp; 09h - Cerim&ocirc;nia de abertura do Di&aacute;logo de Alto N&iacute;vel Brasil &ndash; China em Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&ccedil;&atilde;o&nbsp;&nbsp;&nbsp; Local: Complexo Diaoyutai&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cobertura: imprensa credenciada&nbsp;&nbsp;&nbsp; 11h50 - Cerim&ocirc;nia de encerramento do Semin&aacute;rio Empresarial Brasil &ndash; China: Para Al&eacute;m da Complementaridade&nbsp;&nbsp;&nbsp; Local: China World Summit Wing (Ballroom)&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cobertura: imprensa credenciada&nbsp;&nbsp;&nbsp; 16h45 - Cerim&ocirc;nia Oficial de Boas Vindas&nbsp;&nbsp;&nbsp; Local: Ala Norte do Grande Pal&aacute;cio do Povo&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cobertura: imprensa credenciada&nbsp;&nbsp;&nbsp; 17h - Reuni&atilde;o ampliada com o presidente da Rep&uacute;blica Popular da China, Senhor Hu Jintao&nbsp;&nbsp;&nbsp; Local: Sal&atilde;o Leste do Grande Pal&aacute;cio do Povo&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cobertura: pool de imagens&nbsp;&nbsp;&nbsp; 18h30 - Cerim&ocirc;nia de Assinatura de Atos&nbsp;&nbsp;&nbsp; Local: Sala Hebei do Grande Pal&aacute;cio do Povo&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cobertura:imprensa credenciada&nbsp;&nbsp;&nbsp; 18h45 - Banquete Oficial oferecido pelo presidente Hu Jintao em homenagem &agrave; presidenta da Rep&uacute;blica&nbsp;&nbsp;&nbsp; Local: Sal&atilde;o Oeste do Grande Pal&aacute;cio do Povo&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cobertura: imprensa oficial&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quarta-feira, 13 de abril de 2011&nbsp;&nbsp;&nbsp; 15h10 - Encontro com o presidente da Assembleia Popular Nacional, Wu Bangguo&nbsp;&nbsp;&nbsp; Local: Grande Pal&aacute;cio do Povo&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cobertura: pool de imagem&nbsp;&nbsp;&nbsp; 16h - Encontro com o primeiro-ministro da RPC, Senhor Wen Jiabao&nbsp;&nbsp;&nbsp; Local: Grande Pal&aacute;cio do Povo&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cobertura: pool de imagem&nbsp;&nbsp;&nbsp; 17h30 - Partida da presidenta Dilma Rousseff para Sanya&nbsp;&nbsp;&nbsp; Local: Aeroporto Internacional de Pequim&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cobertura: sem cobertura de imprensa
* com informa&ccedil;&otilde;es do Blog do Planalto.]]></content:encoded>
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