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	<title>Blog Oficial: famosos, modelos, famosas, VIPs, empresas, etc.Aécio Neves</title>
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	<description>Blogs oficiais de famosos, modelos, famosas, atletas, atores, atrizes, cantores, cantoras, marcas famosas, políticos, blogs corporativos e BBB. Conteúdo de blog oficial.</description>
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		<title>Aécio Neves consegue incluir municípios do Vale do Mucuri e Norte de Minas em medida provisória que garante benefícios fiscais</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 13:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aécio Neves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Incentivos Fiscais, Desenvolvimento, MP 540Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio NevesAécio Neves garante benefícios fiscais a todos os municípios mineiros da SudeneMP 540 do governo federal não incluía cidades do Mucuri e Norte de Minas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; background-color: rgb(244, 245, 247); "><span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(128, 128, 128); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Incentivos Fiscais, Desenvolvimento, MP 540</strong></span></p><p align="center" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; background-color: rgb(244, 245, 247); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Fonte:</strong> <span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-decoration: underline; "><em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves</em></span></p><h4 align="center" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial; color: rgb(0, 136, 0); line-height: 17px; background-color: rgb(244, 245, 247); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Aécio Neves garante benefícios fiscais a todos os municípios mineiros da Sudene</strong></h4><p align="center" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; background-color: rgb(244, 245, 247); "><span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 153); "><em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">MP 540 do governo federal não incluía cidades do Mucuri e Norte de Minas em incentivo para instalação de empresas e indústrias</strong></em></span></p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Senador Aécio Neves conseguiu nessa terça-feira (22-11-11) a inclusão de municípios do Vale do Mucuri e Norte de Minas que integram a Área Mineira da Sudene na Medida Provisória (MP) 540, do governo federal, que assegura incentivos fiscais a empresas e indústrias na região. Esses municípios estavam de fora dos benefícios fiscais concedidos pela MP. Ela garantia os incentivos apenas a municípios da extinta Sudene. Com isso, ficavam de fora municípios mineiros incluídos em 2001, em ato do então deputado federal Aécio Neves ao assumir interinamente a Presidência da República. Emenda apresentada hoje pelo senador corrigiu o texto, assegurando o benefício ao conjunto dos municípios mineiros da área da Sudene.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">“A proposta comete um equívoco, pois, ao garantir a isenção das empresas em até 75% do imposto de renda, refere-se apenas àqueles municípios da extinta Sudene e não da Sudene que depois foi recriada e incorporou esses municípios. Isso precisa ser corrigido, porque a meu ver não foi um ato de má fé, foi um equívoco, mas retirou municípios da região mais pobre do estado de Minas Gerais e as empresas ali instaladas do acesso a esses benefícios”, afirmou o senador em seu pronunciamento ao defender sua emenda .</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">A MP 540 concede isenção de 75% do imposto de renda para empresas que se instalem ou ampliem sua atuação na área da Sudene, inclusive as de tecnologia digital, de que trata especificamente a medida provisória. Poderão receber os benefícios empresas que protocolem e tenham aprovados seus projetos até 31 de dezembro de 2013.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">“No ano de 2001, por essas consequências do destino e por uma prerrogativa meramente constitucional, tive a oportunidade de, por alguns dias, quando era presidente da Câmara dos Deputados e na interinidade da Presidência da República, substituir o presidente Fernando Henrique e ali corrigimos uma grave distorção com dezenas de municípios mineiros que não faziam parte da antiga Sudene, naquele momento era criada a Adene. Esses municípios do Vale do Mucuri e do Norte de Minas foram incorporados pela Sudene pela absoluta semelhança, similaridade e isonomia da sua realidade com o Jequitinhonha”, explicou o senador em seu discurso.</p><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3136801678498587491-8669319726808942016?l=aeciopresidente.blogspot.com' alt='' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Aécio Neves: Incentivos fiscais a municípios mineiros da Sudene</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 12:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aécio Neves</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div><p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); text-align: justify; "><span lang="EN-US" style="font-size: 13pt; font-family: Arial; color: rgb(4, 14, 31); ">O senador Aécio Neves (PSDB/MG) conseguiu , na noite desta terça-feira (22-11-11) ,  a inclusão de municípios do Vale do Mucuri e Norte de Minas que integram a Área Mineira da Sudene na Medida Provisória (MP) 540, do governo federal, que assegura incentivos fiscais a empresas e indústrias na região. Esses municípios estavamde fora dos benefícios fiscais concedidos pela MP. Ela garantia os incentivosapenas a municípios da extinta Sudene. Com isso, ficavam de fora municípios mineiros incluídos em 2001, em ato do então deputado federal Aécio Neves ao assumir interinamente a Presidência da República. A emenda apresentada  pelo senador corrigiu o texto, assegurando o benefício ao conjunto dos municípios mineiros da área da Sudene.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); text-align: justify; "><span lang="EN-US" style="font-size: 13pt; font-family: Arial; color: rgb(4, 14, 31); "><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); text-align: justify; "><span lang="EN-US" style="font-size: 13pt; font-family: Arial; color: rgb(4, 14, 31); ">“A proposta comete um equívoco, pois, ao garantir a isenção das empresas em até 75% do imposto de renda, refere-se apenas àqueles municípios da extinta Sudene e não da Sudene que depois foi recriada e incorporou esses municípios. Isso precisa ser corrigido, porque a meu ver não foi um ato de má fé, foi um equívoco, mas retirou municípios da região mais pobre do estado de Minas Gerais e as empresas ali instaladas do acesso a esses benefícios”, afirmou o senador em seu pronunciamento ao defender sua emenda .</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); text-align: justify; "><span lang="EN-US" style="font-size: 13pt; font-family: Arial; color: rgb(4, 14, 31); "><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); text-align: justify; "><span lang="EN-US" style="font-size: 13pt; font-family: Arial; color: rgb(4, 14, 31); ">A MP 540 concede isenção de 75% do imposto de renda para empresas que se instalem ou ampliem sua atuação na área da Sudene, inclusive as de tecnologia digital, de que trata especificamente a medida provisória. Poderão receber os benefícios empresas que protocolem e tenham aprovados seus projetos até 31 de dezembro de 2013.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); text-align: justify; "><span lang="EN-US" style="font-size: 13pt; font-family: Arial; color: rgb(4, 14, 31); "><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); text-align: justify; "><span lang="EN-US" style="font-size: 13pt; font-family: Arial; color: rgb(4, 14, 31); ">“No ano de 2001, por essas consequências do destino e por uma prerrogativa meramente constitucional, tive a oportunidade de, por alguns dias, quando era presidente da Câmara dos Deputados e na interinidade da Presidência da República, substituir o presidente Fernando Henrique e ali corrigimos uma grave distorção com dezenas de municípios mineiros que não faziam parte da antiga Sudene, naquele momento era criada a Adene. Esses municípios do Vale do Mucuri e do Norte de Minas foram incorporados pela Sudene pela absoluta semelhança, similaridade e isonomia da sua realidade com o Jequitinhonha”, explicou  <wbr>Aécio.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); "><span class="Apple-style-span"> </span></p><p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); "><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 15px; "><span class="Apple-style-span">Aécio Nves: incentivos a municípios mineiros da Sudene</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); text-align: justify; "><span lang="EN-US" style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(26, 26, 26); "><br /></span></p></div><iframe width="459" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/mP718IQGdJE?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""></iframe><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3136801678498587491-3552955320503342941?l=aeciopresidente.blogspot.com' alt='' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Gestão Social: Artigo do senador Aécio Neves diz que combate à pobreza deve ir além da transferência de renda</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 09:57:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Gestão Pública, Política de Assistência Social,  Responsabilidade Social do EstadoFonte: Artigo de Aécio Neves – Folha de S.PauloMínimos sociais“A questão que se coloca é se o Brasil está viabilizando a transformação social da vida dos m...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "><span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(128, 128, 128); ">Gestão Pública, Política de Assistência Social,  Responsabilidade Social do Estado</span></strong></p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Fonte:</strong> <span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-decoration: underline; "><em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Artigo de Aécio Neves – Folha de S.Paulo</em></span></p><h4 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial; color: rgb(0, 136, 0); line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Mínimos sociais</h4><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; background-color: rgb(244, 245, 247); text-align: center; "><em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "><span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(255, 0, 0); ">“A questão que se coloca é se o Brasil está viabilizando a transformação social da vida dos mais pobres ou se está fazendo só a gestão diária da pobreza, sem, porém, superá-la”</span></strong></em></p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Em 7 de dezembro, a Loas (Lei Orgânica da Assistência Social) completa sua maioridade. Promulgada em 1993 pelo então presidente Itamar Franco, ela traz as principais garantias para a organização da rede de proteção social, que vem sendo construída de forma progressiva.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Desde Betinho, com a campanha contra a fome, passando pela Comunidade Solidária de dona Ruth Cardoso e pelas bolsas iniciais que se transformaram no Bolsa Família, não tem nos faltado esforços para fazermos essa travessia. E a sociedade tem sido parceira incansável dos governos.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Nesse tempo, alguns avanços foram possíveis. Foi a Loas, por exemplo, que possibilitou a existência do maior programa brasileiro de transferência de renda. Quem pensou no Bolsa Família errou.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Falo do BPC (Benefício da Prestação Continuada), voltado para idosos com mais de 65 anos e deficientes com renda mensal familiar per capita inferior a um quarto do salário mínimo. Implantado em 1996, pelo presidente Fernando Henrique, hoje ele é uma fundamental cobertura de proteção social no Brasil.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">No país das desigualdades, é preciso chamar a atenção para o desafio definido por essa lei e que ainda não foi cumprido. No seu primeiro artigo, a Loas diz que assistência social é direito do cidadão e dever do Estado, que deve prover os mínimos sociais para garantir o atendimento às necessidades básicas da população.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Considerado utópico por alguns, o artigo, porém, é claro na alocação dessa responsabilidade ao Estado. Depois de 18 anos e de algumas vitórias importantes, não fomos capazes, no entanto, de avançar de forma significativa nessa direção.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Assumir o compromisso com a busca da garantia dos mínimos sociais implica deixar de pensar apenas em quantas pessoas são atendidas por programas sociais para considerar quantas pessoas fizeram, de fato, a travessia segura entre a exclusão e a inclusão social sustentável.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Significa reconhecer que o combate à pobreza é um conjunto de proteções e seguranças sociais que vai além da transferência de renda.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Não podemos nunca perder o foco da amplitude da responsabilidade do Estado. Quem recebe os recursos do Bolsa Família, programa fundamental, deve também ter acesso às garantias sociais, de habitação, saúde, educação, entre outras.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">A questão que se coloca é se o Brasil está viabilizando a transformação social da vida dos mais pobres ou se está fazendo só a gestão diária da pobreza, sem, porém, superá-la.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Os dados do Censo 2010 ajudam a dimensionar o desafio. Não há ufanismo que resista à realidade. Há muito trabalho pela frente, até um novo patamar real de desenvolvimento. Alcançá-lo deve ser um compromisso cada vez mais partilhado pelas esferas de governo.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">AÉCIO NEVES</strong> <em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">escreve às segundas-feiras nesta coluna par a Folha de S.Paulo.</em></p><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3136801678498587491-655185709527181277?l=aeciopresidente.blogspot.com' alt='' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Aécio é favorito nas eleições 2014</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 09:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aécio Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aécio Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Políticos]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pelo Instituto Sensus sobre as eleições de 2014 aponta que o Senador Aécio Neves, do PSDB, é o grande favorito nas disputas pelo Governo de Minas e pela presidência no estado, é o que mostra reportagem publicada pelo jornal...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://1.bp.blogspot.com/-lha6OLYGUWw/Tsa5CBUwI_I/AAAAAAAADJg/oVTvUoU4B-I/s1600/f_33138.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 230px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-lha6OLYGUWw/Tsa5CBUwI_I/AAAAAAAADJg/oVTvUoU4B-I/s400/f_33138.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676427824713442290" /></a><br /><div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Verdana; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: rgb(255, 255, 255); "><br /></div><div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Verdana; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: rgb(255, 255, 255); ">Uma pesquisa realizada pelo Instituto Sensus sobre as eleições de 2014 aponta que o Senador<a href="http://psdbminas.wordpress.com/2011/11/18/aecio-e-favorito-nas-eleicoes-2014/www.aecioneves.net.br"  style="color: rgb(0, 102, 204); text-decoration: none; "> Aécio Neves</a>, do<a href="http://www.psdb-mg.org.br/"  style="color: rgb(0, 102, 204); text-decoration: none; "> PSDB</a>, é o grande favorito nas disputas pelo <a href="http://www.mg.gov.br/"  style="color: rgb(0, 102, 204); text-decoration: none; ">Governo de Minas</a> e pela presidência no estado, é o que mostra reportagem publicada pelo jornal<em> Hoje em Dia</em>, desta quarta-feira (16/11).</div><div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Verdana; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: rgb(255, 255, 255); "></div><div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Verdana; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: rgb(255, 255, 255); ">De acordo com o cenário espontâneo, o senador lidera a corrida no Estado, bem à frente de todos os outros possíveis adversários.<a href="http://psdbminas.wordpress.com/2011/11/18/aecio-e-favorito-nas-eleicoes-2014/www.aecioneves.net.br"  style="color: rgb(0, 102, 204); text-decoration: none; "> Aécio</a> foi citado espontaneamente por 11% dos entrevistados, <a href="http://www.mg.gov.br/governomg/ecp/comunidade.do?app=governomg&amp;taxn=5794&amp;taxApp=/governo/governador&amp;chPlc=5434&amp;tax=9971&amp;idConteudo=5434"  style="color: rgb(0, 102, 204); text-decoration: none; ">Antonio Anastasia</a>, 5,1%, Fernando Pimentel teve 2,6%, Márcio Lacerda, 0,7%, Vanessa Portugal, 0,5%, Patrus Ananias, 0,5%,  e Hélio Costa, com 0,5%</div><div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Verdana; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: rgb(255, 255, 255); "></div><div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Verdana; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: rgb(255, 255, 255); ">Já na estimulada para a presidência, o tucano também vence Dilma Rousseff. <a href="http://psdbminas.wordpress.com/2011/11/18/aecio-e-favorito-nas-eleicoes-2014/www.aecioneves.net.br"  style="color: rgb(0, 102, 204); text-decoration: none; ">Aécio</a> teria 45,1 % da preferência dos mineiros contra 34,8%  da presidente. “Aécio será peça chave do processo e caminha para ter um espaço importante”, afirmou Ricardo Guedes.</div><div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Verdana; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: rgb(255, 255, 255); "></div><div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Verdana; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: rgb(255, 255, 255); ">O Sensus ouviu 1.500 moradores de 53 cidades mineiras, entre os dias 3 e 7 de novembro. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.</div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3136801678498587491-8360052524298645434?l=aeciopresidente.blogspot.com' alt='' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Aécio Neves iniciou pelo Sul série de encontros para debater nova agenda para o país – senador criticou imobilismo do Governo do PT</title>
		<link>http://oficial.blog.br/44865/aecio-neves-iniciou-pelo-sul-serie-de-encontros-para-debater-nova-agenda-para-o-pais-%e2%80%93-senador-criticou-imobilismo-do-governo-do-pt/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 13:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aécio Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aécio Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Políticos]]></category>

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		<description><![CDATA[ Gestão pública de qualidade, Aécio oposição,  Aécio e a gestão pública,  mobilização da sociedade, Choque de Gestão, transparênciaFonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio NevesAécio Neves reúne-se com lideranças no Sul do país S...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center" style="text-align: left;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; background-color: rgb(244, 245, 247); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "><span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(128, 128, 128); "> Gestão pública de qualidade, Aécio oposição,  Aécio e a gestão pública,  mobilização da sociedade, Choque de Gestão, transparência</span></strong></p><p align="center" style="text-align: left;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; background-color: rgb(244, 245, 247); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Fonte:</strong> <em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves</em></p><p align="center" style="text-align: left;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; background-color: rgb(244, 245, 247); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Aécio Neves reúne-se com lideranças no Sul do país</strong></p><p style="text-align: left;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; background-color: rgb(244, 245, 247); "><span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 153); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "> <em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Senador iniciou hoje agenda de viagens e encontros</em></strong></span></p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">O senador Aécio Neves (PSDB/MG) fez, na última sexta-feira (11/11), viagens a Porto Alegre e Gramado, no Rio Grande do Sul, para participar de encontros com lideranças políticas e empresariais. Na capital gaúcha, reuniu-se com líderes de diversos partidos, deputados e senadores do Estado.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Entre os mais de 600 presentes que recepcionaram Aécio Neves, estavam a senadora Ana Amélia (PP), os deputados federais Marchezan Júnior (PSDB) e Onix Lorenzoni (DEM) e o presidente do PPS da capital gaúcha, deputado estadual Paulo Odone. Também compareceram ao evento o senador Pedro Simon (PMDB), prefeitos e vereadores, além da juventude do PSDB.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Durante o encontro, Aécio Neves disse que o PSDB quer ampliar o debate sobre uma nova agenda para o país, mobilizando setores da sociedade. O senador reiterou suas críticas à ausência de um projeto de desenvolvimento para o Brasil e o imobilismo do governo federal nos últimos nove anos.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">“O PSDB tem que assumir o papel do partido que pensa o Brasil, que faz a política em uma dimensão maior do que essa política do dia a dia, do segura ministro aqui, segura outro acolá, sem qualquer iniciativa. Estamos encerrando o primeiro ano do governo da presidente Dilma. Pergunto, qual a questão estruturante que esse governo propôs? Nenhuma, absolutamente nada. O PSDB assume sua responsabilidade, chama outros setores da sociedade para iniciar um processo de discussão do futuro”, afirmou.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Em entrevista, Aécio Neves disse que a agenda atualmente praticada no País resulta das reformas e da política fiscal e monetária implementadas durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">“A agenda que está em curso no Brasil hoje é a proposta pelo PSDB há quase 20 anos, que começa com o Plano Real, com a estabilidade econômica, passa pelas privatizações, pelo Proer, pelo início dos programas de transferência de renda, pela Lei de Responsabilidade Fiscal. No governo do PT não houve nenhuma inovação”, disse.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Qualidade dos gastos públicos</strong></p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">O senador voltou a defender no evento propostas debatidas durante o seminário “A Nova Agenda – Desafios e Oportunidades para o Brasil”, promovido pelo Instituto Teotônio Vilela (ITV), na última segunda-feira. Uma delas, de autoria do economista Pérsio Arida, defende a maior remuneração da caderneta de poupança e do FGTS.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Ex-governador de Minas, ele destacou a importância da gestão pública de qualidade, que produz benefícios sociais diretos para a população.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">“Não há nenhuma medida de maior alcance social, que beneficia mais a vida das pessoas, do que o dinheiro público bem aplicado. Quando falamos de gestão pública de qualidade não é um tema árido para as pessoas. Gestão de qualidade é transparência, foco, prioridade”, observou.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Trem-bala</strong></p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Aécio Neves criticou o que chamou de falta de prioridades da administração federal e citou o projeto do trem-bala, lançado pelo governo. Segundo o senador, os recursos que serão investidos nessa obra, ligando o Rio de Janeiro e São Paulo, seriam suficientes para modernizar toda a malha ferroviária brasileira ou ampliar metrôs em 10 capitais brasileiras. Ele defendeu parcerias com o setor privado para possibilitar mais investimentos em infraestrutura, como em aeroportos e metrôs.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">“O que temos que fazer, agora, são parcerias com o setor privado para investimentos, como nos aeroportos – está aí o aeroporto Salgado Filho (Porto Alegre) na mesma condição do aeroporto Tancredo Neves (em BH) e de dezenas de outros espalhados pelo Brasil, sem investimento público, porque ele não é suficiente para as obras que precisam ser feitas. Os metrôs estão, todos eles, atrasadíssimos, aqui não é diferente de outras capitais do Brasil”, disse Aécio.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Após o encontro, o senador Aécio Neves visitou a Feira do Livro de Porto Alegre, ainda acompanhado de dezenas de lideranças políticas. Esta é a 57ª edição da Feira, maior evento do setor das Américas a céu aberto.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Gramado</strong></p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Em Gramado, participou da convenção estadual de dirigentes lojistas que promoveu debate sobre qualidade na gestão pública. O ex-governador apresentou os avanços sociais obtidos pelo “Choque de Gestão”, modelo administrativo implantado em Minas durante seu governo. Aécio Neves destacou o estabelecimento de metas nos serviços públicos e a avaliação de desempenho dos servidores como motivadores dos avanços sociais.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">“O poder público eficiente é o principal indutor das melhorias nos serviços prestados à população e, por conseqüência, do desenvolvimento social e econômico”, disse.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">O senador criticou a excessiva concentração de recursos no governo federal e defendeu melhor distribuição da arrecadação para estados e municípios “A União só deve fazer o que estado e município não conseguem”, afirmou.</p><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3136801678498587491-4410106882595664409?l=aeciopresidente.blogspot.com' alt='' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Renata Vilhena critica índice que corrige dívida pública de Minas e revela que metodologia empregada reduz investimentos em educação e infraestrutura</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 13:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aécio Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aécio Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Políticos]]></category>

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		<description><![CDATA[Choque de Gestão, dívida pública, administração pública, gestão em MinasFonte: Artigo de Renata Vilhena – Secretária de Estado de Planejamento de Minas Gerais – Estado de MinasA Minas o que é dos mineirosDiz o ditado popular que onde há f...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(136, 136, 136); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Choque de Gestão, dívida pública, administração pública, gestão em Minas</strong></span></p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Fonte:</strong> <span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-decoration: underline; "><em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Artigo de Renata Vilhena – Secretária de Estado de Planejamento de Minas Gerais – Estado de Minas</em></span></p><h4 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial; color: rgb(0, 136, 0); line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">A Minas o que é dos mineiros</h4><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Diz o ditado popular que onde há fumaça, há fogo. Temos visto, nos últimos meses, diversas manifestações de governadores, senadores e deputados a respeito das condições de pagamento da dívida pública dos estados com o governo federal. E, ao contrário do que se poderia supor, não são apenas membros de partidos de oposição que têm abordado a questão. O movimento, hoje, é suprapartidário, generalizado, mostrando que o fogo existe e deve ser combatido.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Mas qual é, exatamente, o problema, e como ele impacta os cidadãos? Vamos tomar o cenário de Minas como exemplo. Em 1998, houve um processo de renegociação da dívida dos estados com a União, e Minas ficou com saldo devedor de R$ 16,7 bilhões. Se considerarmos a inflação entre 1998 e 2010, esse valor corresponde, atualmente, a cerca de R$ 20,5 bilhões. No mesmo período, Minas pagou R$ 18,1 bilhões ao governo federal para quitar sua dívida.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Seria razoável supor, então, que nossa dívida atual deveria girar em torno de R$ 2,4 bilhões. Porém, ela está em impressionantes R$ 55,7 bilhões! Isso acontece porque, em vez de ser corrigida pelo IPCA, que todos – cidadãos e estado – utilizamos como referência em nosso dia a dia, a dívida com o governo federal é corrigida pelo IGP-DI, com juros adicionais de 7,05% ao ano. Em resumo, é impagável.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Apesar de impagável, Minas segue cumprindo suas obrigações com a União, como tem feito desde que, com a implantação do Choque de Gestão, no governo Aécio Neves, as contas do estado foram organizadas e passaram a ser pagas em dia. Em relação à dívida, R$ 18,1 bilhões já foram repassados e mais R$ 4,1 bilhões estão previstos para 2012.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Os números, por si só, assustam, mas existe um outro elemento ainda mais importante: ao destinarmos montante tão significativo do orçamento estadual para pagamento da dívida, nossa capacidade de investimento fica extremamente prejudicada. Em outras palavras, em vez de direcionarmos os recursos do estado para os mineiros, direcionamos para o governo federal, sem sabermos se e como os recursos serão aplicados.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">E, de fato, muito pode ser feito com eles. Com “apenas” R$ 1 bilhão, dos R$ 4 bilhões que pagaremos à União ano que vem, conseguiríamos pavimentar 1 mil km de estradas, construir 37 mil casas populares e 250 escolas estaduais. Imaginem se pudéssemos contar com o valor total!</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Na verdade, é exatamente isso que queremos e pleiteamos. Além da mudança do índice de correção da dívida, necessária para que o custo financeiro deixe de ser superior ao limite máximo de comprometimento da receita, como é atualmente, propomos que o valor anual a ser quitado seja convertido em investimento no próprio estado, em educação, saúde, segurança e infraestrutura.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">O modelo proposto seria análogo à contrapartida social que implementamos este ano em Minas, para a transferência voluntária de recursos do estado aos municípios. A partir do Plano de Mobilidade Social elaborado pelas prefeituras e pactuado com o governo, conseguimos definir metas sociais vinculadas aos recursos transferidos, estimulando a melhoria de indicadores que têm impacto direto sobre os cidadãos.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Por que não adotar o mesmo modelo para a dívida pública? Se assim for, conseguiremos matar dois coelhos com uma cajadada só: traremos mais transparência à aplicação dos recursos e faremos com que o orçamento gerado com o que arrecadamos em Minas fique no próprio estado, na forma de novos hospitais, escolas reformadas, programas contra a miséria. Afinal, a Minas o que é dos mineiros!</p><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3136801678498587491-373092679747950811?l=aeciopresidente.blogspot.com' alt='' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Aécio Neves critica gestão do PT e diz que falta ao Governo “energia política capaz de conduzir as reformas estruturais” necessárias ao país</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 13:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aécio Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aécio Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Políticos]]></category>

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		<description><![CDATA[Governança, gestão pública, gestão sem eficiência, planejamento públicoFonte: Artigo de Aécio Neves – Folha de S.PauloPensar é precisoSó os fanáticos não têm dúvidas. Esta frase, se não é de Nelson Rodrigues, poderia ser. E, na políti...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(136, 136, 136); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Governança, gestão pública, gestão sem eficiência, planejamento público</strong></span></p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Fonte:</strong> <span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-decoration: underline; "><em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Artigo de Aécio Neves – Folha de S.Paulo</em></span></p><h4 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial; color: rgb(0, 136, 0); line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Pensar é preciso</h4><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Só os fanáticos não têm dúvidas. Esta frase, se não é de Nelson Rodrigues, poderia ser. E, na política, só os covardes, acrescento, não têm convicções. Mas, entre a dúvida e a convicção, entre a tibieza e o sectarismo, descortina-se um amplo espaço para que floresçam a reflexão, a busca do conhecimento e o exercício da inventividade.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Relembro esse filósofo do cotidiano que foi Nelson Rodrigues, cético de carteirinha, não para me resignar ao imobilismo crônico que parece caracterizar a atual governança do país, mas, pelo contrário, para reagir à miudeza de um varejo político aprisionado na acomodação e voltado para o imediatismo. Ao grau zero de criatividade do continuísmo, cabe à oposição contrapor a responsabilidade cívica de pensar, ousar, debater, divergir e convergir.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Realizamos, há uma semana, no Rio, o seminário “A Nova Agenda: Desafios e Oportunidades”, promovido pelo Instituto Teotônio Vilela, sob a coordenação dos economistas Elena Landau e Edmar Bacha.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">O ITV é uma entidade partidária ligada ao PSDB. O seminário não o era. Quem teve a oportunidade de assisti-lo, de percorrer o repertório de propostas e ideias apresentadas por Pérsio Arida, Gustavo Franco, Armínio Fraga e Simon Schwartzman, entre muitos outros, compreendeu claramente que o ali proposto extrapola uma mera agenda de alternativa de poder.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Foi encerrado com brilhantismo por um Fernando Henrique renovado e provocativo, que não nos deixou esquecer que a oposição precisa vocalizar -”Ou fala ou morre”, sentenciou com razão.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Afinal, há nove anos o Brasil é coadjuvante do seu próprio crescimento. Surfamos na onda da prosperidade mundial enquanto deu. Agora aguardamos, em perplexidade entorpecida, que a tormenta internacional se dissipe.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Ao governo, absorvido pelo cotidiano gerenciamento da governabilidade, falta o combustível da energia política capaz de conduzir as reformas estruturais – na economia, na administração pública, na educação, na infraestrutura- que fariam o Brasil mudar de patamar como nação.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Ouvimos formulações de alto alcance estratégico e outras de simplicidade desconcertante. Por exemplo, de como modernizar toda a malha ferroviária em operação no país com o dinheiro que está reservado para o inacreditável trem-bala; de como aumentar a remuneração da caderneta de poupança e do FGTS, impactando positivamente a poupança interna do país.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Refletiu-se sobre novos caminhos para superação da baixa qualidade da educação e saúde oferecidas nas redes públicas. Muitas ideias surgiram. Outras certamente virão. Que elas possam inspirar o novo e necessário debate que o Brasil e os brasileiros merecem.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">AÉCIO NEVES</strong><em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "> escreve às segundas-feiras nesta coluna</em></p><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3136801678498587491-3678979967724111577?l=aeciopresidente.blogspot.com' alt='' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Tucanos vão implementar nova agenda e criticam governos Lula e Dilma – Aécio diz que falta choque de profissionalismo na gestão pública</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 13:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aécio Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aécio Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Choque de Gestão, Gestão Pública, Combate à Corrupção, Administração Pública, inchaço da máquina públicaEvento tucano no Rio concentra críticas ao PTFonte: Cássio Bruno – O GloboCúpula do PSDB deixa divergências de lado para fazer dur...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><span class="Apple-style-span" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(136, 136, 136); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Choque de Gestão, Gestão Pública, Combate à Corrupção, Administração Pública, inchaço da máquina pública</strong></span></p><h4 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial; color: rgb(0, 136, 0); line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Evento tucano no Rio concentra críticas ao PT</h4><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Fonte: </strong><span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-decoration: underline; "><em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Cássio Bruno – O Globo</em></span></p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 153); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "><em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Cúpula do PSDB deixa divergências de lado para fazer duros ataques às administrações de Lula e Dilma</em></strong></span></p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Com um discurso de “renovação” para promover o “debate de ideias no país”, o PSDB usou ontem o seminário “A nova agenda – desafios e oportunidades para o Brasil”, no Rio, como palanque eleitoral. A cúpula tucana, incluindo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o senador<a href="http://www.aecioneves.net.br/"> Aécio Neves,</a> atacou o PT e os governos Lula e Dilma Rousseff. Organizado em um  hotel da Zona Sul pelo Instituto Teotônio Vilela (ITV), entidade de formação política  do PSDB, o evento serviu também para enaltecer os oito anos da administração de FH e das gestões do PSDB em Minas Gerais e em São Paulo.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Em um discurso de quase 20 minutos, o ex-presidente Fernando Henrique não economizou nas críticas. Segundo ele, a área de infraestrutura é desvalorizada em termos de recursos pelo atual governo, que, além disso, cometeria equívocos no setor.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">- Para que trem-bala, meu Deus? E olha que eu sou paulista/carioca. Para mim, é uma maravilha – ironizou ele, ao se referir ao projeto de transporte que ligará os estados do Rio e de São Paulo. – Em termos de prioridade de gastos, o  Programa  de  Aceleração  do  Crescimento  (PAC)  não  existe.  É  um  amontoado  de  iniciativas  desencontradas – completou.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">“Lula deformou o que foi feito antes”</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também foi alvo de Fernando Henrique:</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">- Dizem a miúdo que o governo Lula seguiu o que foi feito antes. Não! Ele deformou, destruiu o que foi feito. Como não tinham programa (de governo), pegaram o nosso e, como não sabiam executá-lo, executaram mal.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">FH citou o slogan do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, “yes, we can” (sim, nós podemos). O tucano sugeriu uma adaptação: “Yes, we Care” (sim, nós cuidamos).</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">- O que falta é carinho, é atenção. Temos de ser o partido que se preocupa com as pessoas, com o seu bem-estar – afirmou ele, que também falou sobre juros, atacando os adversários:</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">- O PSDB agora é um partido que quer baixar os juros. Perguntam: por que não fizeram antes? Porque as condições eram outras. Mas, em 2008, já podiam ter baixado os juros. O temor atual é: será que vai dar certo? Ou seja: será que não existe mais um risco de a inflação voltar por aí?</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "><span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(136, 136, 136); "><a href="http://www.aecioneves.net.br/">Aécio</a> ressaltou importância da união do partido</span></strong></p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">O seminário contou com a presença de deputados, governadores, senadores, prefeitos e vereadores, além de filiados. O ex-candidato à Presidência e ex-governador de São Paulo José Serra chegou a avisar aos organizadores que não compareceria, pois estava em Londres, mas acabou chegando na última hora. Ele retornou ao país no mesmo voo de um dos palestrantes, o ex-presidente do Banco Central Pérsio Arida.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Antes de surpreender os convidados ao convocar Serra para discursar,<a href="http://www.aecioneves.net.br/"> Aécio</a> admitiu ser “natural” haver divergências no partido. O senador, no entanto, ressaltou a união de tucanos para construir um projeto para o Brasil nas próximas eleições. E mirou no PT:</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">- No momento em que o PT abdica de um projeto de país para se dedicar exclusivamente a um projeto de poder custe o que custar, cabe ao PSDB fazer o que inicia aqui hoje (ontem): propor uma nova e ousada agenda para o país.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><a href="http://www.aecioneves.net.br/">Aécio </a>criticou o inchaço da máquina pública, lembrando das crises ministeriais no governo Dilma Rousseff:</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">- O que falta hoje no Brasil é um choque de profissionalismo na gestão pública. É inconcebível que tenhamos, hoje, quase 40 ministérios. Para quê? Para que ministérios, como o do Esporte, tenham 75% dos cargos de livre nomeação ocupados pelos companheiros partidários? Isso não existe.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Serra seguiu o mesmo tom:</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">- Toda oposição precisa beber do conhecimento, de fontes intelectuais para poder avançar. E não só a oposição. Aliás, um traço marcante dos governos do PT é a absoluta impotência para produzir idéias novas.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Para Serra, a administração petista é um factoide:</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">- Trata-se de um governo que vive a reboque dos acontecimentos, inclusive da explosão de escândalos no seu interior. Um governo de factóides e salamaleques, especialmente nos fóruns internacionais.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">A  plateia  assistiu a  palestras  de  especialistas e  ex-colaboradores  do  governo FH  nas  áreas  de segurança  pública, educação, saúde, previdência e economia. No encontro, o grupo comparou índices da gestão presidencial tucana com as de Lula e Dilma.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">- De 1995 a 2002, foi a fase em que implantaram no SUS as principais inovações e de atenção básica da família. Em 2011, os principais problemas da Saúde são o tempo de espera, a falta de médicos, a falta de medicamentos básicos e a qualidade precária no atendimento – comparou o economista André Médici, na apresentação sobre o assunto.</p><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3136801678498587491-8499864144337455610?l=aeciopresidente.blogspot.com' alt='' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Em artigo Aécio Neves defende política que reduza a desigualdade entre as mulheres e um novo olhar da sociedade sobre o universo feminino</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 10:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aécio Neves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Valorização da mulher, Saúde da Mulher, Cuidados com a Mulher, Política Pública O paradoxo feminino No país de Fernanda Montenegro, das saudosas Zilda Arns e Ruth  Cardoso, das ministras Ellen Gracie e Carmem Lúcia, de Marina, Marta,  Erundina, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong><span style="color:#888888;">Valorização da mulher, Saúde da Mulher, Cuidados com a Mulher, Política Pública</span></strong></p> <h4>O paradoxo feminino</h4> <p>No país de Fernanda Montenegro, das saudosas Zilda Arns e Ruth  Cardoso, das ministras Ellen Gracie e Carmem Lúcia, de Marina, Marta,  Erundina, Benedita, da presidenta Dilma Rousseff e de tantas brasileiras  que são referências na nossa sociedade, ainda é demasiadamente dura a  vida das mulheres.</p> <p>Para cada dado que suscita esperança – como a expectativa de vida,  que entre elas subiu para 77 anos -, surgem indicadores que reiteram que  os espasmos de prosperidade continuam a distribuir benefícios desiguais  por escala de gênero, assim como de cor/raça e de instrução.</p> <p>São desoladores os desequilíbrios no universo feminino radiografados  no Anuário das Mulheres Brasileiras (do Dieese) e confirmados agora pelo  Fórum Econômico Mundial, cujo ranking de desigualdade entre os sexos  mostrou o Brasil em 82ª posição no mundo. Atrás da Albânia, Gâmbia,  Vietnã e República Dominicana. Ocupamos a pior posição na América do  Sul.</p> <p>Nos lares brasileiros, 35,2% das mulheres são provedoras (chega a  40,6% nas zonas metropolitanas). O salário delas é 20% menor, em média  (R$ 1.423/mês, contra R$ 1.718 do homem). A maioria ainda cumpre a  jornada não remunerada das tarefas domésticas.</p> <p>E foi dentro de sua própria casa que 43,1% das mulheres vítimas de  agressão física a sofreram. Em 25,9% dos registros, os cônjuges ou  ex-cônjuges são os agressores. A boa notícia é que cresceu o  inconformismo: em 2006, a Central de Atendimento à Mulher registrou  46.423 atendimentos. Em 2010, 734.416.</p> <p>As dificuldades e conflitos enfrentados pelas mulheres vão muito além  dos revelados por estatísticas. Termina século, começa século e elas  continuam com suas duplas, triplas jornadas como profissionais, donas de  casa, mães, companheiras, ativistas.</p> <p>É conhecido o quanto são reféns do velho dilema entre a qualidade  versus a quantidade do tempo a ser dedicado aos filhos, já que  intimidade e confiança requerem convivência e, portanto, disponibilidade  para serem construídas. Essa realidade é ainda mais grave para as  chefes de família que vivem sob o jugo da pobreza. A esses desafios se  somam lutas diárias por assistência médica, moradia digna, boa escola e  emprego para os filhos.</p> <p>Por mais diferentes que sejam entre si, essas, entre tantas, são  questões do universo feminino ainda longe de serem superadas e que  precisam ser solidariamente acolhidas.</p> <p>Grande parte das desigualdades enfrentadas pelas mulheres depende  diretamente de políticas públicas eficientes, sobretudo nas áreas de  educação, saúde e segurança. Outras relacionam-se com cada um de nós.</p> <p>Até porque os desafios que erroneamente colocamos no campo feminino dizem respeito na verdade à sociedade como um todo.</p> <p><a href="http://www.aecioneves.net.br/"><strong><span style="color:#888888;">AÉCIO NEVES</span></strong></a> escreve às segundas-feiras nesta coluna.</p></blockquote><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3136801678498587491-8478813475036929874?l=aeciopresidente.blogspot.com' alt='' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Transparência, gestão e informação: é lançado site oficial do senador Aécio Neves</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 09:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aécio Neves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gestão Pública, transparência pública Fonte: site oficial do senador Aécio Neves O dia-a-dia da atuação de Aécio Neves como senador Acompanhe trabalho nas comissões, no plenário e na tribuna, em Brasília, e nos estados Em 2010, Aécio Neves ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(128, 128, 128);"><strong>Gestão Pública, transparência pública</strong></span> <p><strong>Fonte</strong>:<span style="text-decoration: underline;"><em> site oficial do senador Aécio Neves</em></span></p> <h4>O dia-a-dia da atuação de Aécio Neves como senador</h4> <div id="fs-excerpt"><span style="color: rgb(51, 51, 153);"><strong><em>Acompanhe trabalho nas comissões, no plenário e na tribuna, em Brasília, e nos estados<br /><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-06cj6jJqc0U/TrVKUwAE6tI/AAAAAAAADI4/O6TMR9fRFCI/s1600/screen-shot-2011-11-04-at-11-07-46-e1320412115474.png"><img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 244px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-06cj6jJqc0U/TrVKUwAE6tI/AAAAAAAADI4/O6TMR9fRFCI/s400/screen-shot-2011-11-04-at-11-07-46-e1320412115474.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5671521026086070994" border="0" /></a></em></strong></span><br /><div> <blockquote><p>Em 2010, Aécio Neves elegeu-se senador da República, por  Minas Gerais, com 7.565.377 votos. Sua popularidade ajudou na vitória  também de seus companheiros de chapa: Antonio Anastasia, do PSDB, para  governador, e Itamar Franco, do PPS, para a outra vaga de senador. Em 6  de abril de 2011, Aécio Neves pronunciou seu discurso inaugural no  Senado, quando teve uma inédita fila de apartes de quatro horas e meia  de duração, com a participação de mais de 30 senadores.</p> <p>No discurso, ele apontou a sua proposta para os caminhos para a  oposição brasileira, com base em três eixos, simultaneamente. O primeiro  deles é a postura perante o governo: fiscalizar com rigor; apontar o  descumprimento de compromissos assumidos com a população; denunciar  desvios erros e omissões; e cobrar ações que sejam realmente importantes  para o país. O segundo eixo é o compromisso com o resgate do princípio  da Federação brasileira, fortalecendo estados e municípios, a fim de se  combater a maior concentração de impostos, recursos e poder de decisão  na esfera da União de toda a história do Brasil. O terceiro eixo é o da  aproximação ainda maior da oposição com os brasileiros.</p> <p>No pronunciamento, de grande repercussão, Aécio Neves enfatizou que o  exercício da oposição deve se pautar pelos valores da coragem, da  responsabilidade e da ética. “Precisamos estar, todos, à altura dos  sonhos de cada um dos brasileiros. Nós, da oposição, estaremos”, ele  afirmou, da tribuna do Senado.</p> <p>Em parceria com o deputado federal Gabriel Chalita (PMDB) e senador  Lindbergh Farias, Aécio Neves lançou a Frente da Adoção, em junho de  2011, com o objetivo de mobilizar a sociedade e poderes públicos em  torno de políticas e ações de incentivo à adoção de crianças e  adolescentes no Brasil. O Cadastro Nacional de Adoção registra cerca de  30 mil crianças vivendo no país à espera de famílias adotivas. Apenas  4,5 consideradas aptas para os procedimentos de adoção. A lista de  espera para adoção chega 27 mil pessoas.</p> <p>O nome oficial do movimento é Frente Parlamentar Mista Intersetorial  em Defesa das Políticas de Adoção e Convivência Familiar e Comunitária. O  movimento busca coordenar uma agenda de trabalho para aperfeiçoar a  atual legislação, bem como ampliar e estimular o debate em torno de  programas como o apadrinhamento afetivo e a família solidária. A frente  dispõe-se a promover a troca de experiências entre entidades civis, ONGs  e organismos internacionais, além de discutir e integrar entidades,  Poder Judiciário e órgãos federais voltados às questões da adoção.</p> <p>Nos primeiros meses de mandato, Aécio Neves participou intensamente  das atividades das comissões do Senado. Na Comissão de Reforma Política,  da qual faz parte, ele defendeu o fim da possibilidade de reeleição  para os cargos executivos, que passariam a ter mandato de cinco anos,  bem como o voto distrital misto e o fim das coligações proporcionais,  entre outras medidas para fortalecer o regime democrático no Brasil.</p> <p>Dentre as iniciativas de maior repercussão de Aécio Neves no Senado,  destaca-se a articulação de um acordo suprapartidário para fortalecer o  Poder Legislativo diante dos abusos cometidos pelo governo federal na  edição de medidas provisórias (MPs). Como integrante da Comissão de  Constituição, Justiça e Cidadania, ele foi o relator de uma Proposta de  Emenda à Constituição (PEC) que muda os trâmites das MPs no Congresso  Nacional.</p> <p>A defesa da autonomia do Parlamento, com a restrição ao uso  indiscriminado de medidas provisórias por parte do governo federal, é  bandeira antiga de Aécio. Quando foi presidente da Câmara dos Deputados,  ele coordenou esforços semelhantes, mesmo estando o seu partido, o  PSDB, à frente do governo na época.</p> <p>Na Comissão de Assuntos Econômicos, Aécio mostrou-se favorável à  extensão da Medida Provisória 512 para os municípios mineiros da área da  Sudene, entre os mais pobres do Brasil, com a concessão de incentivo  fiscal para instalação de empresas automotivas.</p> <p><strong>Link para o site: </strong><a href="http://www.aecioneves.net.br/">http://www.aecioneves.net.br/</a></p></blockquote> </div></div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3136801678498587491-5822754814648164374?l=aeciopresidente.blogspot.com' alt='' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como o governo Aécio Neves transformou Confins no principal aeroporto de Minas</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 09:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aécio Neves</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O aeroporto da Pampulha, hoje denominado Aeroporto Carlos Drummond de  Andrade, pode ter sido considerado um terminal de entrada para o  interior.</p><p>Em 1933, ele servia de apoio às aeronaves do Correio  Aéreo Militar (CAM), que ligavam a cidade do Rio de Janeiro à Fortaleza,  voando ao longo do Rio São Francisco até as cidades de Petrolina(PE) e  Juazeiro (BA). Por muitos anos, a linha do São Francisco esteve ativada e  proporcionava aos ribeirinhos e interioranos a possibilidade de  deslocamento rápido na busca do atendimento de suas necessidades  primárias. Se hoje as estradas de rodagem são precárias, o que pensar  dos caminhos de 78 anos atrás? As aeronaves não proporcionavam apenas  possibilidade de deslocamento rápido. A bordo, geralmente, seguia uma  equipe médica com remédios para o atendimento básico a saúde. Não raras  vezes, a tripulação era acionada para realizar uma  evacuação emergencial. Apesar de todas as agruras, os pilotos do CAM e,  posteriormente, do Correio Aéreo Nacional (CAN) cumpriam essas missões  com grande satisfação. Aqueles voos representavam a presença do Estado  em regiões remotas. Quem voou nas linhas do CAN se lembra com saudades  dos bons serviços prestados pelas aeronaves militares, em especial os  famosos DC-3.</p><p>Até 1984 o aeroporto da Pampulha era o único terminal aeroportuário de Belo Horizonte para atender a aviação regular.</p><p>Em  1985, foi inaugurado um terminal moderno e seguro no município de  Confins. Começavam as idas e vindas das empresas aéreas de um para outro  terminal. A TAM contribuiu para que o aeroporto da Pampulha levasse  vantagem em relação ao aeroporto de Confins. Como ela fazia uma  concorrência predatória %u2013 sendo na época uma empresa regional  %u2013, todas as demais empresas migraram de Confins para a Pampulha.</p><p>Em  2004, o aeroporto da Pampulha acomodou 140 voos por dia e atendeu a uma  demanda de mais de 3 milhões de passageiros/ano. O que foi um absurdo  em termos de desconforto e insegurança. Chegaram até em pensar em  construir um novo terminal de passageiros para acomodar a grande  demanda.</p><p>Como o uso do cachimbo deixa a boca torta, os defensores  do Aeroporto da Pampulha atribuíam a sua preferência à dificuldade de  deslocamento até um terminal mais seguro e confortável, porém com  ligação precária. Em 2004, o aeroporto de Confins, hoje denominado  Aeroporto InternacionalTancredo Neves, apresentou uma  demanda baixíssima: 388 mil passageiros/ano.</p><p>Algo tinha que ser  feito para pôr um fim ao desconforto e insegurança do Aeroporto  CarlosDrummond de Andrade e a equipe do governador <a href="http://www.aecioneves.net.br/"  href="http://www.aecioneves.net.br/">Aécio Neves</a> teve  o bom senso de eleger o aeroporto de Confins como o principal aeroporto  da Região Metropolitana de Belo Horizonte. O governo <a href="http://www.aecioneves.net.br/"  href="http://www.aecioneves.net.br/">Aécio Neves</a> não  agiu como tem sido comum fazer atualmente. Hoje se cria o problema e  depois se busca a solução. Foram oferecidos aos usuários uma  ligação confortável de ônibus e acesso que permitia atingir o terminal  em cerca de 40 minutos. Aproximadamente 10 minutos a mais do que o tempo  gasto para chegar ao Aeroporto Carlos Drummond de Andrade, partindo do  Centro da cidade.</p><p>A mudança para o Aeroporto  Internacional Tancredo Neves, em Confins, deixou para o Aeroporto  Carlos Drummond de Andrade a demanda de voos regionais, com aeronaves de  até 40 assentos, tendo atingido a marca de cerca de 750 mil  passageiros/ano em 2010. Trouxe ainda a consolidação do uso de um  terminal que já está ficando pequeno. O salto de mais de 100% no  crescimento na demanda em seis anos foi muito expressivo. Passamos de  3,5 milhões para 8 milhões de  passageiros embarcados e desembarcados/ano. Mais expressiva ainda é a  demanda esperada até 2014, face aos indicadores de crescimento do  transporte aéreo: já se fala em uma demanda de mais de 20 milhões de  passageiros/ano.</p><p>Para atendê-la numa fase inicial, será construído  um "puxadinho" para abrigar aproximadamente 5 milhões de  passageiros/ano, independente do terminal atual. Bem situado, o terminal  remoto ficará próximo a uma cabeceira de pista, que será ampliada.</p><p>O  terminal 2 já teve o seu edital de concorrência publicado e mais de 150  mil metros quadrados serão oferecidos aos usuários, correspondendo ao  dobro da área atual. Com ele, os terminais da Região Metropolitana de  Belo Horizonte poderão atender a uma demanda de 23 milhões de  passageiros embarcados e desembarcados/ano. Toda essa evolução é fruto  do bom senso de equipes governamentais que enxergaram o futuro.</p><div><br /></div><div><strong><em>Fonte: Por, Antônio do Nascimento <a href="http://estadodeminas.vrum.com.br/app/noticia/noticias/2011/10/29/interna_noticias,44748/como-o-governo-aecio-neves-transformou-confins-no-principal-aeroporto.shtml"  href="http://estadodeminas.vrum.com.br/app/noticia/noticias/2011/10/29/interna_noticias,44748/como-o-governo-aecio-neves-transformou-confins-no-principal-aeroporto.shtml">Caderno Vrum</a> – Estado de Minas, de 29/10/2011</em></strong></div><div><br /></div><div><br /></div><a href="http://estadodeminas.vrum.com.br/app/noticia/noticias/2011/10/29/interna_noticias,44748/como-o-governo-aecio-neves-transformou-confins-no-principal-aeroporto.shtml"  href="http://estadodeminas.vrum.com.br/app/noticia/noticias/2011/10/29/interna_noticias,44748/como-o-governo-aecio-neves-transformou-confins-no-principal-aeroporto.shtml">http://estadodeminas.vrum.com.br/app/noticia/noticias/2011/10/29/interna_noticias,44748/como-o-governo-aecio-neves-transformou-confins-no-principal-aeroporto.shtml</a><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3136801678498587491-2022846998737723471?l=aeciopresidente.blogspot.com' alt='' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Rodrigo de Castro (PSDB-MG) critica José Dirceu por esconder a verdade sobre a proposta de Aécio que estimula gestão sustentável</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 09:08:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[PT contra Minas, mentira políticaFonte: Artigo do deputado federal Rodrigo de Castro – O TempoDe novo, a verdadeA proposta de Aécio para os minériosO TEMPO está contribuindo com o debate democrático ao abrir espaço para a polêmica que tenho tr...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "><span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(128, 128, 128); ">PT contra Minas, mentira política</span></strong></p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Fonte:</strong> <span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-decoration: underline; "><em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Artigo do deputado federal Rodrigo de Castro – O Tempo</em></span></p><h4 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial; color: rgb(0, 136, 0); line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">De novo, a verdade</h4><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 153); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "><em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">A proposta de Aécio para os minérios</em></strong></span></p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">O TEMPO está contribuindo com o debate democrático ao abrir espaço para a polêmica que tenho travado com o consultor de empresas José Dirceu.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Para quem se interessar pelo tema, sugiro que leia o primeiro texto assinado por ele em 15.10.2011, a minha réplica no dia 19.10.2011 e a tréplica no dia 29.10.2011.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Aparentemente, o debate se dá em torno da proposta do senador<a href="http://www.aecioneves.net.br/"> Aécio Neves</a> de aumentar os royalties do minério e o valor recebido pelos municípios. Na verdade, sou movido também por outro estímulo: o de demonstrar como se dá, na prática, o uso da mentira como arma política.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">José Dirceu mentiu de forma evidente no seu primeiro artigo. Mentiu de novo no segundo.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Demonstrei as mentiras, o que fez com que ele voltasse ao tema, tentando se explicar. Não conseguiu. O bom da palavra escrita é que ela não aceita a manipulação.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">No dia 15.10.2011, Dirceu escreveu: “Os municípios mineiros podem perder arrecadação na distribuição dos recursos da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem), por conta de uma proposta do senador tucano <a href="http://www.aecioneves.net.br/">Aécio Neves”</a>.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Não adianta ele dizer que não disse. Disse. Está escrito. E é mentira.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Para tentar confundir os leitores dizendo que a proposta de <a href="http://www.aecioneves.net.br/">Aécio </a>é pior para os municípios, Dirceu, simplesmente, sem nenhum escrúpulo, escondeu a informação de que ela – a proposta de Aécio - prevê uma alíquota de até 5%, enquanto que a defendida pelo PT é de até 3%.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Pela proposta apoiada pelo PT, os municípios receberiam 65%, os Estados mineradores, 23%, e a União, 12% da Cfem.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">A proposta de <a href="http://www.aecioneves.net.br/">Aécio </a>vincula a divisão de recursos à nova alíquota de 5%, prevê que a União continue com o mesmo percentual e os Estados passem a receber 30%. Os municípios mineradores passariam a receber 50% e seria criado um fundo de 8% para ser dividido entre os municípios dos Estados mineradores.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">O percentual previsto para os Estados se explica pelas grandes obras de<span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(128, 128, 128); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">compensação ambiental</strong></span> ou de <strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "><span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(128, 128, 128); ">recuperação de rodovias intermunicipais</span></strong>, por exemplo, em torno dos próprios municípios mineradores, que não podem ser feitas por um município isoladamente, mas pelos Estados.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Vejamos, num cenário hipotético de uma arrecadação de R$ 100 milhões: pela proposta apoiada pelo PT, 65% sobre 3% significariam para o município receber R$ 1,95 milhão. Pela proposta de <a href="http://www.aecioneves.net.br/">Aécio</a>, de 50% sobre 5%, esse mesmo município receberia R$ 2,5 milhão.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Como se vê, a proposta de <a href="http://www.aecioneves.net.br/">Aécio</a> é, ao contrário do que afirma Dirceu, muito melhor para os municípios.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">É matemática. É realidade. É a verdade.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">No mais, devem ser piada os comentários sobre a reforma tributária. O Brasil inteiro sabe que, com a maioria que tem no Congresso, o governo federal só não aprova o que não quer. Menos, Dirceu.</p><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3136801678498587491-1726493934396829290?l=aeciopresidente.blogspot.com' alt='' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Trancredo, a Travessia: “Há apenas 25 anos, sobrava gente que debatia ideias, defendia programas e não estava à venda.</title>
		<link>http://oficial.blog.br/44025/trancredo-a-travessia-%e2%80%9cha-apenas-25-anos-sobrava-gente-que-debatia-ideias-defendia-programas-e-nao-estava-a-venda/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 09:40:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ética, conciliação política   Fonte: Coluna do Augusto Nunes – Veja Online A falta que um Tancredo faz “No grande viveiro  de desmemoriados vocacionais e amnésicos por conveniência, que a cada  15 anos esquecem o que aconteceu nos 15 anterior...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><span style="color: rgb(128, 128, 128);"><strong>Ética, conciliação política </strong></span></p> <p><strong> Fonte:</strong> <span style="text-decoration: underline;"><em>Coluna do Augusto Nunes – Veja Online</em></span></p> <h4>A falta que um Tancredo faz</h4> <p><strong><span style="color: rgb(51, 51, 153);"><em>“No grande viveiro  de desmemoriados vocacionais e amnésicos por conveniência, que a cada  15 anos esquecem o que aconteceu nos 15 anteriores, merece ser saudado  com tambores e clarins um documentário que trata a verdade com gentileza  e conta o caso como o caso foi”</em></span></strong></p> <p>Nas cenas finais de <em>Tancredo, a Travessia, </em> quem conhece  razoavelmente o personagem acha que ficou faltando alguma coisa. Tal  sensação poderia ser dissolvida, ou pelo menos abrandada, por uma tarja  que, sublinhando as comoventes imagens de abertura, exibisse a  advertência necessária: Tancredo Neves não cabe em 105 minutos. Essa é a  duração do documentário que estreou nesta quinta-feira nas salas de  cinema. Enquanto acompanha passo a passo a caminhada de um PhD em  política que viveu como protagonista os episódios mais dramáticos  ocorridos entre 1954 e 1985, o diretor Sílvio Tendler procura  capturar-lhe a essência do pensamento e as características que forjaram o  estilo incomparável. É muito assunto para pouco mais de uma hora e  meia.</p> <p>E é muita história para uma vida só. Ministro da Justiça em agosto de  1954, Tancredo primeiro usou o talento de conciliador para tentar  conter a cólera dos inimigos de Getúlio Vargas. Na última reunião do  ministério, mostrou a valentia que nunca lhe faltou ao defender a  resistência armada aos militares sublevados. Consumada a tragédia,  pronunciou um discurso feroz à beira da sepultura do grande suicida. Em  1961, depois da renúncia de Jânio Quadros, o candidato derrotado ao  governo de Minas Gerais negociou o acordo entre o vice João Goulart e os  generais conservadores que instituiu o parlamentarismo. Emergiu da  crise como primeiro-ministro do novo regime.</p> <p>Em 1964, líder do governo de Jango na Câmara, Tancredo fez o que pôde  para evitar o golpe de Estado. Derrotado, ajudou a fundar o MDB  oposicionista e seguiu demonstrando que a prudência e a coragem podem e  devem andar de mãos dadas. Amigo de Juscelino Kubitschek, cassado em  junho, acompanhou o ex-presidente nos humilhantes depoimentos em  tribunais militares. Em 1976, voltou ao cemitério de São Borja para  despedir-se de Jango, que não pôde ser sepultado com honras de chefe de  Estado, com ataques frontais ao governo autoritário.</p> <p>Em 1983, engajou-se sem ilusões na campanha pela volta das eleições  presidenciais diretas, que qualificou de “lírica”  não por desconhecer a  importânica da mobilização popular, mas por conhecer bem demais o  Congresso. Convencido de que a sucessão do general João Figueireido não  seria decidida nas urnas, tratou de tecer desde o começo de 1984 as  complicadas alianças que, em janeiro do ano seguinte, garantiram  a  vitória sobre o candidato governista  Paulo Maluf  no Colégio Eleitoral.  Entre o início das operações de bastidores e o triunfo, Tancredo  colocou em prática as lições que resumia numa metáfora fluvial: “Não se  tira o sapato antes de chegar à margem do rio. Mas não se vai ao Rubicão  para pescar”.</p> <p>Esperou até a 25ª hora para formalizar a candidatura e deixar o  governo de Minas. Chegara à margem do rio. E então partiu para a  travessia do seu Rubicão — o rio que todo guerreiro tinha de cruzar para  lançar-se à conquista de Roma. Conseguiu o apoio de todas as vertentes  da oposição, com exceção do PT. (O detentor do monopólio da ética se  negou a votar no candidato da nação e expulsou os três deputados que  descumpriram a ordem. Lula achou que Tancredo não merecia confiança  também por ter como vice um José Sarney. Hoje amigos de infância, Sarney  e Lula são reduzidos a uma dupla de pigmeus oportunistas pela grandeza  do presidente que poderia ter sido e não foi).</p> <p>Na etapa seguinte, Tancredo atraiu dois terços do PDS e isolou Maluf.  Como se disputasse uma eleição direta, liderou comícios monumentais em  várias cidades brasileiras. Já era um campeão de popularidade quando  pronunciou o belo discurso da vitória. Surpreendido pela cirurgia  inadiável na véspera da posse em 15 de março, agonizou até 21 de abril,  quando deixou a vida para entrar no imaginário popular como herói  nacional.</p> <p>Cada uma das tantas versões de Tancredo vale um livro, cada episódio  que protagonizou vale um filme. Como foram todos agrupados num único  documentário, é inevitável que certos trechos pareçam rasos demais,  incompletos ou de difícil compreensão. A memória nacional sairia  ganhando se, por exemplo, fossem incorporadas mais informações ao trecho  reservado às restrições feitas por chefes militares ao candidato do  MDB. Até render-se aos fatos, o presidente Figueiredo vivia recitando a  expressão  “Tancredo never”. Preocupado com as reações da linha dura, o  candidato montou em segredo um plano para reagir a um eventual golpe  fardado. O excesso de cautela aconselhou Tancredo a ocultar as dores que  prenuciaram o drama. Ele achava que os quartéis não admitiriam a posse  do vice José Sarney.</p> <p>Feitas as ressalvas, convém deixar claro que o que parece pouco aos  olhos de cinquentões bem informados é mais que suficiente para permitir a  quem tem menos de 30 uma pedagógica viagem, conduzida por Tancredo,  pelo turbulento Brasil da segunda metade do século 20. No grande viveiro  de desmemoriados vocacionais e amnésicos por conveniência, que a cada  15 anos esquecem o que aconteceu nos 15 anteriores, merece ser saudado  com tambores e clarins um documentário que trata a verdade com gentileza  e conta o caso como o caso foi.</p> <p>É irrelevante saber se será anexado aos trunfos eleitorais do senador  Aécio Neves. Se fosse neto de um avô assim, Tancredo Neves agiria da  mesma forma. E pouco importa constatar que a câmera não esconde a  admiração pelo personagem. Esse mineiro de São João del Rei que fez da  conciliação política uma forma de arte, esteve sempre do lado certo e só  depois de morto subiu a rampa do Palácio do Planalto é, decididamente,  um estadista admirável.</p> <p>Outros documentários completarão o painel esboçado pelo retrato  pintado por Tendler ─ e concluído na hora certa. Milhões de brasileiros  poderão constatar que, há apenas 25 anos, sobrava gente que debatia  ideias, defendia programas e não estava à venda. Os corruptos não  chegavam tão facilmente ao ministério. A Era da Mediocridade ainda era  só um brilho no olhar guloso de Lula e seus devotos. As imagens mostram  um José Sarney constrangido, deslocado, consciente da condição de  intruso. Virou presidente graças aos micróbios do Hospital de Base de  Brasília e à incompetência dos médicos, que se uniram para castigar o  Brasil com a perversidade brilhantemente condensada na frase do  jornalista Carlos Brickmann: “Sair de Tancredo para cair em Sarney é,  definitivamente, encontrar um túnel no fim da luz”.</p> <p><strong>Link do artigo:</strong> <a href="http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/a-falta-que-um-tancredo-faz/">http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/a-falta-que-um-tancredo-faz/</a></p></blockquote><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3136801678498587491-944173313493563699?l=aeciopresidente.blogspot.com' alt='' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Combate à corrupção: Aécio Neves defende profissionalização do serviço público e redução da máquina política na administração pública</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 08:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aécio Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aécio Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Políticos]]></category>

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		<description><![CDATA[Nova gestão pública, choque de gestãoFonte: Artigo do senador Aécio Neves – Folha de S.PauloA travessia, aindaDenúncias de corrupção e impunidade cansam o país e anestesiam parte da população, para quem a política passa a ser irremediavelm...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="Apple-style-span" style="color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 17px; orphans: 2; text-align: -webkit-auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: rgb(244, 245, 247); "><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "><span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(128, 128, 128); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Nova gestão pública, choque de gestão</strong></span></p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Fonte:</strong><span class="Apple-converted-space"> </span><span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-decoration: underline; "><em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Artigo do senador Aécio Neves – Folha de S.Paulo</em></span></p><h4 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-weight: bold; letter-spacing: -0.05em; font-family: Arial; font-size: 16px; color: rgb(0, 136, 0); ">A travessia, ainda</h4><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "><span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 153); "><em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Denúncias de corrupção e impunidade cansam o país e anestesiam parte da população, para quem a política passa a ser irremediavelmente território da má intenção e do malfeito</strong></em></span></p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Nesta semana, chegou ao circuito nacional de cinema o filme “Tancredo – A Travessia”, que completa a trilogia do documentarista Silvio Tendler, cujo olhar já havia percorrido os densos anos JK e Jango.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Como nos trabalhos anteriores, o cineasta permite a diferentes gerações de brasileiros a oportunidade de visitarmos nossa própria história. Pelas imagens, descortina-se um país surpreendente, distante do Brasil do nosso tempo em um aspecto fundamental: a nítida aliança então existente entre a política e a sociedade.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Se não há como comparar um momento ao outro, pois cada um tem as suas próprias circunstâncias, é inevitável nos remetermos ao crescente divórcio existente hoje entre a política e os cidadãos.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Denúncias seguidas e repetidas de corrupção e impunidade cansam o país e anestesiam parte da população, para quem a política passa a ser irremediavelmente território da má intenção e do malfeito.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">O noticiário político se confunde com o policial. Com o anedotário. Esse fenômeno se dá de tal forma que nem mesmo as oposições têm o que comemorar. A decepção, o distanciamento e a indiferença da população atingem a legitimidade da representação política como um todo. Cada vez mais, perdemos a confiança da população e banaliza-se a injusta ideia de que todos na política são iguais.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Em qualquer lugar, um governo que em dez meses é obrigado a demitir cinco ministros de Estado por suspeitas de corrupção seria obrigado a ir além das cândidas justificativas do tipo “eu não sabia”. É hora de mudar o paradigma, sobretudo a natureza da política de coalizão que, em troca de apoio congressual, cede à apropriação dos partidos e seus próceres extensas áreas da administração pública.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">É preciso apurar com rigor os desvios, punir os responsáveis e sustentar a autonomia das áreas de controle (principalmente as auditorias preventivas) para que não tenham mero papel decorativo e sejam instadas a agir só quando há denúncia na imprensa.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">É urgente o caminho da profissionalização do serviço público e um corajoso ajuste no tamanho da máquina política incrustada na máquina administrativa, adequando-a aos limites praticados em outros países, infinitamente mais modestos do que aqueles vigentes aqui. O país precisa e deseja uma legislação mais rigorosa, com dinâmica mais ágil e punições mais severas.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">O filme de Silvio oferece, sobretudo aos desiludidos com a política, um inestimável presente: memória.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">No caso, a memória de um tempo, nem tão distante, em que a ação das lideranças políticas era um tributo à ética, à dignidade e ao comprometimento com o Brasil. Memória de um tempo em que elas sabiam ouvir as ruas. E a própria consciência.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "><span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(136, 136, 136); "><em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">AÉCIO NEVES</strong></em></span><span class="Apple-converted-space"> </span><em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">escreve às segundas-feiras nesta coluna.</em></p></span><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3136801678498587491-2005902296141205098?l=aeciopresidente.blogspot.com' alt='' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Aécio Neves critica decisão do PT que favorece a Petrobras e vai contra o pacto federativo</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Oct 2011 13:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aécio Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aécio Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Políticos]]></category>

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		<description><![CDATA[Gestão Pública contra os estadosFonte: Artigo do senador Aécio Neves – O TempoRoyalties do petróleo: governo federal ganhou, Federação perdeuUnião privilegiou as petroleiras, em especial a Petrobras A votação da proposta de divisão dos roya...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(136, 136, 136); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Gestão Pública contra os estados</strong></span></p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">Fonte</strong>:<span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-decoration: underline; "><em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "> Artigo do senador Aécio Neves – O Tempo</em></span></p><h4 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: Arial; color: rgb(0, 136, 0); line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Royalties do petróleo: governo federal ganhou, Federação perdeu</h4><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); "><em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "><strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "><span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 153); ">União privilegiou as petroleiras, em especial a Petrobras </span></strong></em></p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">A votação da proposta de divisão dos royalties do petróleo foi uma oportunidade perdida pela União para demonstrar solidariedade para com os Estados. Dificilmente teremos outra que reúna recursos significativos e, ao mesmo tempo, simbolize tanto o futuro.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Para quem não acompanhou o debate, explico. Em torno da questão dos royalties, existiam duas discussões. Uma tratava basicamente da divergência em torno da origem e da quantidade de recursos destinados aos Estados produtores e não produtores. A outra dizia respeito à Federação, ao tipo de país que queremos ser.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">A proposta do senador Dornelles era a que garantia mais recursos para todos os Estados – produtores e não produtores. Entendia que cabia às empresas do setor, em especial à Petrobras, pagarem participações especiais de forma mais apropriada e, assim, aumentar a receita em favor dos Estados, inclusive destinando a eles cerca de R$ 8 bilhões que caberiam à União.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Claramente, era a melhor proposta para os Estados produtores e também a melhor para os não produtores.A melhor proposta para Minas e para todos os Estados não produtores era também a melhor para o Rio e o Espírito Santo.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">A liderança do governo federal optou, no entanto, pelo projeto que não aumenta o “bolo” de receitas oriundas da exploração de petróleo, mas apenas redistribui os mesmos recursos, de modo que os Estados produtores renunciem a receitas  significativas e, a União, a uma pequena parcela, em  favor dos não produtores, que, por sua vez, receberão menos do que poderiam.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Ao apoiar essa proposta, a União preferiu privilegiar as petroleiras, cuja carga tributária vem diminuindo nos últimos tempos, enquanto a dos demais contribuintes vem crescendo.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Sentou-se à mesa como parte interessada, em vez de coordenar o debate como representante de toda a Federação.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Prevaleceram os interesses das empresas do setor, em especial da Petrobras, que se revelou uma empresa mais comprometida com resultados do que a serviço do país. Segundo os jornais, a Petrobras quer, agora, baixar a Cide, enquanto mantém o preço ao consumidor. Mas, como a Cide é compartilhada com Estados e prefeituras, estes pagariam parte da conta do subsídio ao setor. O bônus seria federal, e o ônus, da Federação.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">A gigantesca concentração de receitas na órbita federal transfere essa discussão do âmbito da necessidade para a esfera da escolha. O governo federal escolheu, mais uma vez, o caminho da concentração de recursos em prejuízo dos Estados.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Com o projeto dos royalties aprovado no Senado, conseguiu-se ainda uma unanimidade: todos os Estados ganharam menos do que poderiam ganhar.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Se para os Estados não produtores é a garantia de receber recursos que não tinham antes, a proposta derrotada garantia mais. Pela proposta do senador Dornelles, R$ 11,5 bilhões seriam repassados ao conjunto dos Estados brasileiros. O projeto aprovado prevê R$ 9,2 bilhões. Ou seja, todos receberão menos do que poderiam. Minas terá R$ 46 milhões a menos.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Ao lado de outros 19 senadores, votei a favor da proposta do senador Dornelles. Diante da derrota da mesma, apoiamos o segundo projeto, vencedor, como forma de garantir recursos, ainda que menores, aos Estados. Apenas cinco senadores votaram contra essa proposta.</p><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Verdana, 'BitStream vera Sans', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(244, 245, 247); ">Ainda assim, não se trata de uma questão numérica, mas de visão de Estado e de país. O governo federal ganhou. A Federação perdeu.</p><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3136801678498587491-800999297331479016?l=aeciopresidente.blogspot.com' alt='' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Trailer do documentário &#8216;Tancredo, a travessia&#8217;</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 13:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aécio Neves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois que a ditadura militar se foi, ficaram histórias, imagens, depoimentos e memóriasDepois que a ditadura militar se foi, ficaram histórias, imagens, depoimentos, memórias que precisavam ser reunidas por alguém com competência para fazer um f...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<iframe width="480" height="270" src="http://www.youtube.com/embed/kVdXR5HiQFA?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""></iframe><div><br /></div><div><span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 13px; background-color: rgb(255, 255, 255); "><div><span style="font-size: 10pt; font-family: Calibri; ">Depois que a ditadura militar se foi, ficaram histórias, imagens, depoimentos e memórias</span></div><div><span style="font-size: 10pt; font-family: Calibri; "><br /></span></div><div><span style="font-size: 10pt; font-family: Calibri; ">Depois que a ditadura militar se foi, ficaram histórias, imagens, depoimentos, memórias que precisavam ser reunidas por alguém com competência para fazer um filme que não soasse maçante ou meramente didático.<br /></span></div><div><span style="font-size: 10pt; font-family: Calibri; "><br /></span></div><div><span style="font-size: 10pt; font-family: Calibri; ">Em Tancredo, a travessia, Silvio Tendler, que tem no currículo os documentários Os anos JK e Jango, soube fazer e contar bem a história de mais um dos grandes líderes políticos brasileiros.</span></div><div><span style="font-size: 10pt; font-family: Calibri; "><br /></span></div><div><span style="font-size: 10pt; font-family: Calibri; ">A maior riqueza de Tancredo, a travessia está nos depoimentos, colhidos especialmente para o documentário, de personagens como o do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do senador <a href="http://br.linkedin.com/in/aecioneves"  style="color: rgb(0, 0, 204); ">Aécio Neves</a>.</span></div><div><span style="font-size: 10pt; font-family: Calibri; "><b><br /></b></span></div><div><span style="font-size: 10pt; font-family: Calibri; "><b><br /></b></span></div><div><span style="font-size: 10pt; font-family: Calibri; "><b>Fonte</b>- Site JB:</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Calibri; "> “</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Calibri; "><a href="http://www.jb.com.br/fotos-e-videos/video/2011/10/27/trailer-do-documentario-tancredo-a-travessia/"  style="color: rgb(0, 0, 204); ">Trailer do documentário 'Tancredo, a travessia'</a>”</span></div></span></div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3136801678498587491-3512268320714516744?l=aeciopresidente.blogspot.com' alt='' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Bens Coletivos</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 13:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aécio Neves</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Artigo publicado na Folha de São Paulo</em></strong></p><div><div>A  reflexão sobre a utilização dos recursos naturais do planeta traz em si  a gênese de grandes questões contemporâneas: a qualidade da gestão  pública, o imperativo da inovação e a necessidade de uma nova ética  capaz de responder aos desafios colocados para toda a humanidade.</div><div><br /></div><div>Nada  menos que 55% dos nossos 5.565 municípios poderão ter deficit de  abastecimento de água já em 2015, entre eles grandes cidades  brasileiras. Os números constam de um trabalho da ANA (Agência Nacional  de Águas) e demonstram que esse percentual representa 71% da população  urbana, 125 milhões de pessoas, já considerado o aumento demográfico.<br />É  uma projeção surpreendente. Num cenário de escassez mundial, o  desperdício da água retirada no país chega a 40%, mesmo percentual de  perda nos sistemas de distribuição urbana, sendo que em algumas cidades,  segundo dados da ANA, esse patamar chega a 80% da água distribuída.</div><div><br /></div><div>Esses  dados tornam-se ainda mais graves em face dos desafios coletivos  globais. Na aritmética civilizatória, que cresce em proporção e  velocidade alucinantes, a realidade é dramática. Dos 7 bilhões de  pessoas que praticamente somos hoje, 4 bilhões estão aprisionadas em  bolsões de pobreza, grande parte com acesso restrito a serviços públicos  básicos. Segundo a ONU, mais de 1 bilhão de pessoas vivem sem acesso à  água potável.</div><div>O dado de acesso à água é concreto, mas também  simbólico e só pode ser compreendido dentro de um contexto de desafios  maiores. Para que 4 bilhões de pessoas possam, de fato, emergir para um  novo patamar de vida, teríamos que multiplicar por muitas vezes a  produção econômica mundial.</div><div><br /></div><div>As  contradições do nosso tempo são gritantes: se todos os 7 bilhões  tivessem o mesmo padrão de consumo das populações mais ricas, seriam  necessários pelo menos três planetas para nos sustentar!<br /><br /></div><div>Nesta  equação da sustentabilidade, inovação é a palavra-chave. Não apenas na  gestão das políticas públicas e na busca por novos modelos de manejo de  bens naturais coletivos. Não apenas dos padrões de produção e consumo. É  inadiá-vel uma revisão dos padrões éticos que regem hoje a humanidade. É  preciso que partilhemos de forma consciente a responsabilidade uns  pelos outros, garantindo o respeito pelas pessoas, independentemente do  local em que vivam.</div><div><br />De alguma  forma, já tateamos novos caminhos, como os que pontuam a economia  criativa, os princípios do comércio justo e as alavancas do  microcrédito, capazes de criar uma nova lógica onde antes tudo parecia  impermeável.</div><div>Cada vez mais sustentabilidade e solidariedade  precisarão caminhar juntas. A cooperação não deve ser só escolha pela  sobrevivência, mas opção pela dignidade humana.</div></div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3136801678498587491-6959108012733655736?l=aeciopresidente.blogspot.com' alt='' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Iniciado no Governo Aécio com o Choque de Gestão, Minas investe no treinamento de servidores com foco na gestão eficiente e uso da tecnologia</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 10:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aécio Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aécio Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Modelo de Gestão Pública Fonte: Artigo de Andreson Rossi* – publicado pelo Brasil Econômico Tecnologia e inovação ao gosto do público A Fundação Dom Cabral tem  promovido, nos últimos anos, treinamentos com servidores dos governos de  Minas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong><span style="color:#808080;">Modelo de Gestão Pública</span></strong></p> <p><strong>Fonte:</strong> <span style="text-decoration:underline;"><em>Artigo de Andreson Rossi* – publicado pelo Brasil Econômico</em></span></p> <h4>Tecnologia e inovação ao gosto do público</h4> <p><span style="color:#333399;"><strong><em>A Fundação Dom Cabral tem  promovido, nos últimos anos, treinamentos com servidores dos governos de  Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia com o intuito de aprofundar neles a  percepção da tecnologia e inovação na gestão pública</em></strong></span></p> <p>A tecnologia, em estado bruto, não conduz necessariamente a um  processo de inovação. Para que ela gere valor ou apresente resultados,  seja à sociedade por meio de um serviço público diferenciado, seja à  organização privada por meio do lançamento de um novo produto, é  essencial que a tecnologia esteja fundamentada por modelos de gestão e  de negócios que a suportem, tornando-a geradora de bens efetivos e  perceptíveis à sociedade. Caso contrário, a tecnologia é uma forma  isolada, sem estrutura que lhe dê relevância.</p> <p>No setor público, a tecnologia tem se tornado condutora de processos  consistentes de inovação, percebidos pela população no dia-a-dia. O  sistema integrado de dados dos Departamentos de Trânsito estaduais, o  uso da teleconferência para depoimentos de detentos ao judiciário,  evitando deslocamentos e reduzindo custos, o voto eletrônico, os  sistemas urbanos de segurança com câmeras e softwares de reconhecimento  facial são exemplos, entre outros, de como a tecnologia, inserida em um  modelo factível e inovador de gestão, pode oferecer resultados e  melhores serviços à sociedade. E uma vez que esses benefícios são  constatados, há um ganho positivo imediato para a marca- no caso, a de  governos e órgãos do serviço público. O cidadão ’sente’ o retorno de seu  tributo.</p> <p>Além da tecnologia como ‘ferramental’ e de um modelo de gestão ou de  negócios que a suporte, outro elo fundamental para um processo inovador  bem-sucedido é o envolvimento do corpo de funcionários na sua execução  e/ou condução. Sem o homem não há tecnologia possível – ele é sempre  chamado a participar. Neste contexto, a Fundação Dom Cabral tem  promovido, nos últimos anos, treinamentos com servidores dos governos de  Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia com o intuito de aprofundar neles a  percepção da tecnologia e inovação na gestão pública e, ainda, de como  esses profissionais devem aproveitar o que elas têm a lhes oferecer. É  imprescindível apresentá-los ao ‘novo’. Motivá-los a usar com eficiência  os ferramentais tecnológicos disponíveis e, a partir deles, gerar  resultados à administração pública e ao cidadão. Desmistificar o ‘medo’  da mudança que todo processo inovador traz embutido em si. Só assim se  consegue o ‘corpo’ que viabiliza o avanço-com entendimento.</p> <p>Um caso interessante que abrange esses três eixos – a tecnologia, o  modelo de gestão estratégico e o profissional que opera este conjunto –  diz respeito ao uso das mídias sociais pela administração direta do  Estado. Na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), por  exemplo, o monitoramento das mídias sociais permitiu identificar as  reclamações dos usuários sobre a ausência de painéis que informassem o  horário do próximo trem em uma determinada estação da capital paulista. A  companhia, de posse desses dados estratégicos, implantou o painel no  local e, com isso, gerou a percepção de melhoria na prestação de  serviços aos usuários.</p> <p>Hoje, a perspectiva é de que a tecnologia tenha cada vez mais  destaque na gestão pública. Se bem amarrada a um modelo estratégico, ela  pode contribuir com melhores serviços e mais eficiência da máquina  pública, reduzindo o déficit de imagem provocado por longas décadas de  serviços precários oferecidos por nossos governos.</p> <p><strong>ANDERSON ROSSI</strong> - <em>Professor e pesquisador do Núcleo de Inovação da Fundação Dom Cabral</em></p></blockquote><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3136801678498587491-2058692066390007411?l=aeciopresidente.blogspot.com' alt='' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Aécio reúne tucanos em São Paulo para lançamento do documentário sobre Tancredo</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 12:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aécio Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aécio Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Fonte: Gabriel Manzano – O Estado de S.Paulo Em tributo a avô, Aécio olha para 2014 Senador diz que ‘ninguém é dono do seu destino’ em pré-estreia de filme sobre Tancredo, que reuniu tucanos em cinema paulistano  O senador Aécio Neves (PSDB...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Fonte:</strong><em> </em><span style="text-decoration:underline;"><em>Gabriel Manzano – O Estado de S.Paulo</em></span></p> <h4>Em tributo a avô, Aécio olha para 2014</h4> <p><span style="color:#333399;"><strong><em>Senador diz que ‘ninguém é dono do seu destino’ em pré-estreia de filme sobre Tancredo, que reuniu tucanos em cinema paulistano </em></strong></span></p> <p>O senador Aécio Neves (PSDB-MG) não conseguiu fugir do tema eleições  presidenciais, ontem, em São Paulo, na estreia do documentário Tancredo,  a Travessia, que retrata alguns dos principais episódios da vida de seu  avô. Indagado sobre sua possível candidatura em 2014, como um  “continuador” do destino político do avô, o senador filosofou: “O que  determina isso são sempre as circunstâncias. Ninguém é dono do seu  destino”.</p> <p>Aécio foi à exibição acompanhado da irmã, Andrea, e da mãe, Inês  Maria. A cúpula tucana também prestigiou o filme, produzido pela  Intervídeo, de Roberto d’Ávila, e dirigido por Silvio Tendler. Entre os  convidados estavam o governador Geraldo Alckmin – que levou consigo a  primeira-dama, Lu Alckmin – , os ex-governadores José Serra e Alberto  Goldman e o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE). Também  estavam lá outros secretários tucanos, como Andrea Matarazzo, de Cultura  do Estado, e José Gregori, dos Direitos Humanos do município, e o  ex-jogador de futebol Ronaldo Nazário.</p> <p>“O Brasil perdeu pelo menos dez anos com esse episódio”,  comentou Aécio sobre a morte de Tancredo, um dos momentos cruciais do  filme. Ele desconsiderou as cobranças de que a produção poderia ajudar  sua eventual candidatura. “Fiz questão que não fosse um filme sobre  família. Queríamos a figura de Tancredobem retratada.”</p> <p>Eleições foram ainda o tema de Alckmin. Logo ao chegar ele comentou  os apelos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para que o PSDB  olhe melhor para a periferia. “É o que eu sempre disse, a gente tem de  amassar barro. Já fizemos isso, e vamos continuar fazendo.”</p> <p>Serra também falou de 2014, ao enfatizar a importância das alianças,  uma marca de Tancredo. “Alianças são fundamentais, elas fazem parte do  cenário, especialmente em um cenário multipartidário como o nosso.”</p> <p><span style="color:#808080;"><strong>Participação. </strong></span>Em  95 minutos, o filme dá a Aécio um tratamento generoso. Embora não  tivesse participação direta nos episódios mais importantes da vida  política do avô – ele tinha 25 anos e era secretário particular  de Tancredo em 1985 -, suas aparições são marcantes: está presente em  mais de dez inserções. São bem mais breves as cenas de políticos que  conviveram com Tancredo e partilharam de decisões, como os  ex-presidentes FHC ou José Sarney.</p> <p>O diretor se defende. “Toda vez que faço um documentário aparece  alguém dizendo que favoreci alguém. Isso não procede. No filme eu  ouvi Aécio, como ouvi o general Leônidas (Pires Gonçalves, ex-ministro  do Exército), ouvi o Fernando Lyra (ministro da Justiça do governo  Sarney, indicado por Tancredo), tantos outros, até o Jarbas Vasconcelos  (que foi contra a eleição indireta que elegeu Tancredo)”. O diretor  lembrou, ainda, que queria, apenas, “fazer um filme histórico”.</p> <p>D’Ávila refutou, como ele, a tese de que o filme serviria a  propósitos políticos de Aécio. “Não é um filme chapa-branca”, afirmou o  produtor.</p> <p>Em tom contido, mas elogioso, Tancredo entrevista 28 personalidades e  repassa episódios da vida do político mineiro: sua participação nos  dias finais de Getúlio Vargas, toda a articulação para a posse de João  Goulart em 1964, os contatos com o general Castelo Branco, a oposição ao  regime militar e os discursos nos comícios das Diretas Já.</p></blockquote><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3136801678498587491-5177075306495830644?l=aeciopresidente.blogspot.com' alt='' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Aécio Neves defende modelo de gestão focado na nova economia e que garanta boa administração dos recursos naturais</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 13:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aécio Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aécio Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Políticos]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><span style="color:#808080;"><strong>Gestão púbica, sustentabilidade e inovação</strong></span></p> <p><strong>Fonte:</strong> <span style="text-decoration:underline;"><em>Artigo de Aécio Neves – publicado na Folha de S.Paulo</em></span></p> <h4>Bens coletivos</h4> <p><span style="color:#333399;"><strong><em>Cada vez mais  sustentabilidade e solidariedade precisarão caminhar juntas. A  cooperação não deve ser só escolha pela sobrevivência, mas opção pela  dignidade humana</em></strong></span></p> <p>A reflexão sobre a utilização dos recursos naturais do planeta traz  em si a gênese de grandes questões contemporâneas: a qualidade da gestão  pública, o imperativo da inovação e a necessidade de uma nova ética  capaz de responder aos desafios colocados para toda a humanidade.</p> <p>Nada menos que 55% dos nossos 5.565 municípios poderão ter deficit de  abastecimento de água já em 2015, entre eles grandes cidades  brasileiras. Os números constam de um trabalho da ANA (Agência Nacional  de Águas) e demonstram que esse percentual representa 71% da população  urbana, 125 milhões de pessoas, já considerado o aumento demográfico.</p> <p>É uma projeção surpreendente. Num cenário de escassez mundial, o  desperdício da água retirada no país chega a 40%, mesmo percentual de  perda nos sistemas de distribuição urbana, sendo que em algumas cidades,  segundo dados da ANA, esse patamar chega a 80% da água distribuída.</p> <p>Esses dados tornam-se ainda mais graves em face dos desafios  coletivos globais. Na aritmética civilizatória, que cresce em proporção e  velocidade alucinantes, a realidade é dramática. Dos 7 bilhões de  pessoas que praticamente somos hoje, 4 bilhões estão aprisionadas em  bolsões de pobreza, grande parte com acesso restrito a serviços públicos  básicos. Segundo a ONU, mais de 1 bilhão de pessoas vivem sem acesso à  água potável.</p> <p>O dado de acesso à água é concreto, mas também simbólico e só pode  ser compreendido dentro de um contexto de desafios maiores. Para que 4  bilhões de pessoas possam, de fato, emergir para um novo patamar de  vida, teríamos que multiplicar por muitas vezes a produção econômica  mundial.</p> <p>As contradições do nosso tempo são gritantes: se todos os 7 bilhões  tivessem o mesmo padrão de consumo das populações mais ricas, seriam  necessários pelo menos três planetas para nos sustentar!</p> <p>Nesta equação da sustentabilidade, inovação é a palavra-chave. Não  apenas na gestão das políticas públicas e na busca por novos modelos de  manejo de bens naturais coletivos. Não apenas dos padrões de produção e  consumo. É inadiá-vel uma revisão dos padrões éticos que regem hoje a  humanidade. É preciso que partilhemos de forma consciente a  responsabilidade uns pelos outros, garantindo o respeito pelas pessoas,  independentemente do local em que vivam.</p> <p>De alguma forma, já tateamos novos caminhos, como os que pontuam a  economia criativa, os princípios do comércio justo e as alavancas do  microcrédito, capazes de criar uma nova lógica onde antes tudo parecia  impermeável.</p> <p>Cada vez mais sustentabilidade e solidariedade precisarão caminhar  juntas. A cooperação não deve ser só escolha pela sobrevivência, mas  opção pela dignidade humana.</p> <p><strong><span style="color:#888888;">AÉCIO NEVES</span></strong> <em>escreve às segundas-feiras nesta coluna.</em></p></blockquote><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3136801678498587491-1534944266859278459?l=aeciopresidente.blogspot.com' alt='' /></div>]]></content:encoded>
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